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Proteção de tartarugas na Amazônia é destaque de expedição

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Redação
Do Rota de Férias

01/09/2020 | 11:18


Quem está em busca de uma viagem em contato íntimo com a natureza pode considerar fazer um roteiro fluvial pelo Rio Negro, no coração da floresta amazônica. Há muitas experiências do gênero na região, como as organizadas há 16 anos pela Expedição Katerre. O trajeto, criado em parceria com comunidades ribeirinhas locais, foca a proteção das tartarugas na Amazônia.

Quer ganhar um e-book exclusivo com dicas de viagem? Assine nossa newsletter neste link.

Os roteiros de três a sete noites partem de Novo Airão, a 200 km de Manaus. A partir daí, exploram o Rio Negro e seus afluentes (Jaú, Apuaú, Jauaperi, Aracá) em direção a Anavilhanas e, nos trajetos mais longos, até o Rio Jauaperi, já na divisa com o  Roraima. Há também opção de charters.

A viagem é feita realizada em embarcações em estilo amazônico. Há duas opções: o Jacaré-açu, com oito cabines climatizadas, e o Jacaré-tinga, com três cabines climatizadas. Ambas são autênticos e aconchegantes, com staff que inclui cozinheiras, camareira, guias, marinheiro e capitão.

Tartarugas na Amazônia

É no período da vazante para a seca, de setembro a dezembro, que tem início o trabalho de fiscalização e monitoramento das praias de rio – ambiente de reprodução das quatro espécies de tartarugas na Amazônia: tracajá, irapuca, iaçá e a tartaruga-da-amazônia.

O projeto,  iniciado pelo professor escocês Paul Clark, da escola Vivamazônia, na comunidade do Gaspar, é desenvolvido atualmente pela Expedição Katerre em parceria com a  AARJ – Associação dos Artesãos do Rio Jauaperi (entre os estados do Amazonas e de Roraima).

LEIA MAIS: HOTEL NA AMAZÔNIA É OPÇÃO PARA VIAJAR COM ISOLAMENTO
DESCUBRA AS PAISAGENS EXUBERANTES DO MONTE RORAIMA

Ao todo, seis comunidades são mobilizadas a partir da formação de uma equipe de fiscais e voluntários. Os trabalhos, que vão desde a colheita dos ovos até a soltura dos filhotes, que podem ser acompanhadas pelos viajantes, são realizados em sete praias do Rio Jauaperi.

A primeira parte do processo, que ocorre entre setembro e dezembro, envolve deslocar-se para as zonas de desova afim de recolher os ovos e realocá-los em locais seguros para a choca – aos olhos dos vigilantes. De janeiro a março, vem o período de nascimento das tartarugas na Amazônia, seguido de mais 30 dias de cuidados até a fase de soltura final dos filhotes, já em meados de abril.

No último ano, cerca de 3 mil quelônios foram soltos em segurança na natureza, no Rio Jauaperi. Um marco e uma conquista de uma comunidade que tem como valores de vida a preservação do meio ambiente e da riqueza da biodiversidade amazônica.

Galeria de fotos

Confira imagens da expedição que ajuda a preservar tartarugas na Amazônia.
  • Crédito: Sitah - Divulgação
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GreenPress – Rede de Turismo Consciente

A GreenPress – Rede de Turismo Consciente é um projeto elaborado por jornalistas e formadores de opinião especializados no setor de viagens e turismo. Sem fins lucrativos, a rede trabalha para que o turismo seja uma indústria sustentável. A GreenPress pretende ser fonte de inspiração e de informação confiável para viajantes que buscam deixar pegadas sustentáveis pelo Brasil e pelo mundo.

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Proteção de tartarugas na Amazônia é destaque de expedição

Redação
Do Rota de Férias

01/09/2020 | 11:18


Quem está em busca de uma viagem em contato íntimo com a natureza pode considerar fazer um roteiro fluvial pelo Rio Negro, no coração da floresta amazônica. Há muitas experiências do gênero na região, como as organizadas há 16 anos pela Expedição Katerre. O trajeto, criado em parceria com comunidades ribeirinhas locais, foca a proteção das tartarugas na Amazônia.

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Tartarugas na Amazônia

É no período da vazante para a seca, de setembro a dezembro, que tem início o trabalho de fiscalização e monitoramento das praias de rio – ambiente de reprodução das quatro espécies de tartarugas na Amazônia: tracajá, irapuca, iaçá e a tartaruga-da-amazônia.

O projeto,  iniciado pelo professor escocês Paul Clark, da escola Vivamazônia, na comunidade do Gaspar, é desenvolvido atualmente pela Expedição Katerre em parceria com a  AARJ – Associação dos Artesãos do Rio Jauaperi (entre os estados do Amazonas e de Roraima).

LEIA MAIS: HOTEL NA AMAZÔNIA É OPÇÃO PARA VIAJAR COM ISOLAMENTO
DESCUBRA AS PAISAGENS EXUBERANTES DO MONTE RORAIMA

Ao todo, seis comunidades são mobilizadas a partir da formação de uma equipe de fiscais e voluntários. Os trabalhos, que vão desde a colheita dos ovos até a soltura dos filhotes, que podem ser acompanhadas pelos viajantes, são realizados em sete praias do Rio Jauaperi.

A primeira parte do processo, que ocorre entre setembro e dezembro, envolve deslocar-se para as zonas de desova afim de recolher os ovos e realocá-los em locais seguros para a choca – aos olhos dos vigilantes. De janeiro a março, vem o período de nascimento das tartarugas na Amazônia, seguido de mais 30 dias de cuidados até a fase de soltura final dos filhotes, já em meados de abril.

No último ano, cerca de 3 mil quelônios foram soltos em segurança na natureza, no Rio Jauaperi. Um marco e uma conquista de uma comunidade que tem como valores de vida a preservação do meio ambiente e da riqueza da biodiversidade amazônica.

Galeria de fotos

Confira imagens da expedição que ajuda a preservar tartarugas na Amazônia.
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