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Internet lenta? Aprenda a medir a velocidade e reclamar com sua operadora

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Da Redação
Do 33Giga

17/06/2021 | 09:57


Medir a velocidade da internet com regularidade é a melhor forma de saber se a operadora está entregando exatamente o que você comprou. Com essas informações, você pode acioná-la e exigir melhorias em sua rede.

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No mercado, existem muitas plataformas que permitem medir a velocidade da internet – o 33Giga oferece uma delas, em parceria com a NPerf (você pode acessá-la em https://33giga.com.br/teste-de-velocidade).

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Outra boa ferramenta que garante a aferição da velocidade da internet é a mantida pela Proteste – e pode ser utilizada em https://conectaja.proteste.org.br/teste-de-velocidade. O diferencial da plataforma da associação de defesa do consumir é permitir ao usuário reclamar com a operadora rapidamente.

Quando testar a velocidade da conexão, caso ela não seja satisfatória, o usuário pode entrar em contato com a Proteste, que pode ajudar na solução do problema.

As prestadoras de serviços são obrigadas pela Anatel a garantir uma média de 80% da velocidade contratada. Caso o serviço não corresponda à velocidade acordada, o indicado é repetir a operação, ao menos, dez vezes em um mês. Com isso, ele terá um resultado médio confiável.

Como contratar um serviço de internet

Contratar um serviço de demanda atenção por parte do consumidor. É importante tomar algumas precauções – eles são aliados ao ato de medir a velocidade da internet.

  • Veja a avaliação da empresa no Reclame Aqui e no Melhor Plano: em ambos os canais, você saberá quais são as reclamações sobre determinada empresa, como foi a resolução e o que esperar da prestadora de serviço;
  • Registre os números de protocolo: ao entrar em contato para contratar um serviço de internet, e se possível, dia, horário e colaboradores que participaram do seu atendimento;
  • Observe as regras do contrato: veja qual é a velocidade da internet que está em contrato, o valor do plano, a exigência de fidelidade (que não pode ser maior do que 12 meses), entre outras;
  • Tenha atenção aos custos adicionais: veja quais são os valores relacionados à mão de obra de instalação, aparelhos ou até mesmo serviços não solicitados (que podem representar uma venda casada).
  • Com esses cuidados, você minimiza a chance de ter dor de cabeça com a prestadora do serviço de internet.

Principais reclamações dos consumidores

Home office, aulas on-line, acesso aos serviços de streaming e reuniões virtuais fizeram a demanda por internet crescer ainda mais no último ano. Porém, nem sempre as operadoras proporcionam o serviço necessário para os consumidores – o que é comprovado ao medir a velocidade da internet com regularidade.

De acordo com a Proteste, entre março e setembro de 2020, o número de reclamações recebidas de clientes sobre serviços de internet aumentou 20% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Entre os principais motivos, estão:

  • Falha na prestação de serviços;
  • Descumprimento de oferta;
  • Fatura injustificada;
  • Interrupção no fornecimento do serviço;
  • Direito de arrependimento.

Como reclamar da velocidade da internet

Após medir a velocidade da internet, para reclamar da conexão, existem algumas opções:

  • O teste de velocidade da Proteste;
  • O canal Reclame;
  • Os órgãos de defesa do consumidor, como o Procon;
  • Abrir um chamado na Anatel (esse, de longe, é o mais simples e eficaz);
  • Se o problema for persistente, até mesmo o Tribunal de Pequenas Causas.

Chuva de números

Milhões de lares brasileiros estão conectados à internet. Se você está lendo esse texto, muito provavelmente, faz parte de alguma das estatísticas abaixo, levantadas pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019:

  • Aproximadamente, 82% das casas brasileiras possuem acesso à internet (eram 79,1% em 2018);
  • 77,9% dos lares brasileiros tinham internet banda larga fixa, contra 75,9% em 2018;
  • 81,2% tinham internet de banda larga móvel, contra 80,2% no ano anterior.

A mesma pesquisa mostra que os dispositivos mais usados para os brasileiros se conectarem são o celular, computador, televisão e tablet. Porém, quando falamos em conectividade, já contamos com vários outros dispositivos para fazer isso, graças à internet das coisas (IoT).

Com ela, é possível ter conexão à internet a partir de uma série de aparelhos. Relógios inteligentes (também chamados de smartwatches ), smartTVs e assistentes de voz são alguns exemplos do IoT.

No entanto, a ideia vai além e pode ser estendida para aparelhos e ambientes domésticos (geladeiras conectadas e sistemas de iluminação inteligentes). Ou, indo além, até mesmo em nível global, com os carros autônomos e as smart cities, que se conectam à internet para aprimorar seus recursos.

Por isso, é importante medir a velocidade da internet para descobrir se a sua operadora está entregando a velocidade contratada.



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