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Viajar com o pet: dicas para curtir os passeios sem preocupações

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Redação
Do Rota de Férias

22/12/2020 | 08:48


Alguns bichinhos de estimação acompanham seus donos em todos os momentos. Quem pretende viajar com o pet precisa tomar alguns cuidados para evitar problemas e desconfortos. Caroline Mouco e Natália Seoane, veterinárias do Hospital Veterinário Vet Popular, listaram cinco dicas indispensáveis para tornar esse período ainda mais divertido para os tutores e agradável para os animais de estimação.

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Dicas para viajar com o pet

1. Como preparar os pets para longas viagens terrestres e aéreas

Em percursos terrestres é muito comum que os animais enjoem. Por isso, se o tutor gosta de pegar a estrada, o ideal é habituar o animal desde filhote a passear de carro. É possível começar dando algumas voltinhas curtas até que ele se acostume. Além disso, é importante ter os itens de segurança específicos, como cinto de segurança para pets ou caixa de transporte.

Outra dica importante para evitar os enjoos é manter a temperatura fresca no carro (principalmente nos dias muito quentes) e não alimentar  o bichinho algumas horas antes da viagem. Pausas durante percursos longos são importantes para diminuir o stress e para que o animal possa fazer as necessidades fisiológicas. Converse com o médico veterinário para orientações sobre antieméticos (medicação que evita o vômito).

Em trajetos aéreos é possível optar (de acordo com o peso) se o animal irá na cabine junto ao dono ou no compartimento de cargas, em caixas adequadas de transporte. A maioria das companhias exige idade mínima de quatro meses para embarque, além de peso máximo de 10 kg, incluindo a caixa de transporte. Vale destacar que viajar no porão não é indicado para pets braquicefálicos.

A recomendação é de que o tutor identifique o seu animalzinho com todos os dados e telefone em uma coleira, além de apresentar atestado de saúde válido por 10 dias após a emissão e a carteira de vacinação contendo lote e fabricante das aplicações. Também é necessário verificar os documentos exigidos no destino.

2. Obrigatoriedades do Tutor

Em carros de passeio, cães de pequeno porte devem ser transportados sempre no banco de trás, em cadeiras apropriadas, caixas de transporte ou com cinto peitoral. Segundo o Código Brasileiro de Trânsito, viajar com pets com apoiados na janela, no colo ou nas partes externas do veículo resulta em multa e penalidades ao condutor.

Cães de grande porte devem ser transportados nas carroceiras dos carros, devidamente abrigados em caixas de transportes adaptadas ao tamanho deles. Já os gatinhos devem ir sempre em caixas especiais.

Outro item essencial é a carteira de vacinação em dia. As obrigatórias em cães e gatos são as antirrábicas (exigidas tanto em viagens nacionais quanto nas internacionais). Há também as múltiplas V8 ou V10 (para cães) e V3, V4 ou V5 (para gatos).

3. Como controlar a ansiedade e socializar o pet com outros animais

Para diminuir a ansiedade do animal fora de casa, o ideal é que o tutor abuse dos passeios e não deixe o bichinho sozinho por muito tempo em um local que é desconhecido para ele. Outra dica legal é deixar brinquedos e pertences do tutor no ambiente para que o pet não se sinta tão sozinho.

A socialização com animais desconhecidos deve ser feita sempre sob supervisão. O correto é que ela seja realizada em uma área ampla e calma, sem que haja a disputa entre comida e brinquedos, por exemplo. Se a socialização se tornar inviável devido à agressividade de algum pet, o ideal é realizar passeios e brincadeiras individuais para evitar brigas.

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4. Fogos de artifício

É possível preparar um ambiente para minimizar o estresse durante queimas de fogos – tradicionais nas viagens de fim de ano. Manter portões e janelas fechadas e com proteção em frestas é essencial para evitar fugas e machucados. Escolha um cômodo onde é possível deixar um som ambiente para ofuscar os ruídos. Além disso, coloque uma proteção com algodão nos ouvidos do bichinho, use brinquedos para distraí-lo e não deixe-o sozinho.

Em casos mais graves, converse com o médico veterinário, pois alguns pacientes precisam de medicações especiais ou florais para lidar com o estresse causado pelos fogos de artifício.

5. Faça uma consulta médica antes de viajar

Fazer um check up e conversar com o veterinário sobre a viagem é essencial. É indicado manter o animal com a proteção contra os ectoparasitas. O cuidado é importante em todas as épocas do ano, principalmente no verão, já que a estação é marcada por infestações de pulgas e carrapatos, que causam doenças severas nos animais.

Segundo as veterinárias, as doenças mais comuns nesse período de férias e verão são as gastroenterites alimentares, que ocasionam diarreias e vômitos. Há também a hipertermia, que se manifesta em dias muito quentes, quando o animal se esforça muito ou fica sem ventilação. Por isso, é recomendado ficar atento à temperatura corporal do pet e aos horários escolhidos para realizar atividades.

 



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