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Banda larga custará a partir de R$ 25


Alexandre Melo
Com Agências

19/03/2010 | 07:00


Em abril o governo retomará os estudos para elaboração do projeto banda larga popular. Segundo o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, os valores do serviço estarão na faixa de R$ 25 a R$ 35. O ministro disse que os trabalhos acerca da proposta foram interrompidos devido à segunda fase do PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento 2).

No Estado de São Paulo, programa semelhante foi criado em 2009, tendo a operadora de TV a cabo Net e a Telefônica como parceiras, que vendem o serviço (incluídos modem, instalação e provedor) por R$ 29,80 mensais.

Bernardo destaca que, ao contrário do que ocorre atualmente, "não haverá venda casada", em que a operadora oferece internet banda larga com telefone fixo, pois isso aumenta o custo para o consumidor.

A infraestrutura utilizada para o fornecimento do serviço deverá ser proveniente da Eletronet. A rede de fibra ótica da antiga companhia, que atualmente pertence ao governo, pode ser usada para possibilitar o programa.

A ideia é que, depois de lançado, o projeto de uso da fibra ótica se dissemine pelo País em dois anos. Outro detalhe é que o acesso à internet rápida será comercializado em parceria com empresas privadas, que levarão a rede ao usuário.

O uso de cabos de eletricidade também está sendo testado pelas distribuidoras de energia elétrica e pode ser opção de acesso à banda larga com preço menor.

PREÇO - Bernardo considera a possibilidade de redução do preço do serviço para a população. "É evidente que qualquer coisa pode ficar mais barata se tivermos política para isso", salienta.

O responsável pela Pasta do Planejamento afirma que também considera o serviço caro, assim como muitas pessoas. "A internet ainda é acessada por um número limitado de pessoas no Brasil. E grande parte não é por meio de banda larga. Isso precisa ser resolvido."

Para o ministro, o Plano Nacional de Banda Larga, em desenvolvimento pelo governo, deve ser aprovado pelo Congresso Nacional com rapidez. Ele acrescenta que existe demanda muito grande pelo serviço. "Se fizermos uma boa proposta, com certeza o Congresso vai correr para aprovar.



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