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Tricolor não sai do zero com a Macaca

Moisés Nascimento/AE Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Derek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

07/02/2013 | 00:10


O São Paulo não foi além do empate sem gols com a Ponte Preta, ontem à noite, no Estádio do Morumbi. Diante de uma bem armada e fechada Macaca, o Tricolor não conseguiu impor seu jogo, teve problemas de armação, e ficou mesmo no 0 a 0.

O técnico Ney Franco mudou o time com relação ao que perdera o clássico para o Santos, domingo. Luis Fabiano estava com a Seleção Brasileira e deu lugar para Aloisio. Já Ganso voltou ao banco de reservas, abrindo espaço ao argentino Cañete.

A nova formação, porém, não surtiu o efeito esperado pelo treinador. Bem postada, a Ponte Preta anulava as principais jogadas são-paulinas exercendo forte marcação sobretudo na dupla Jadson e Osvaldo. Os dois principais responsáveis pela armação e finalização do Tricolor estiveram sempre acompanhados de perto por um ou até dois rivais.

Por outro lado, apostando nos contra-ataques, a equipe de Campinas levava perigo ao gol de Denis (que segue substituindo Rogério Ceni, poupado em razão de uma bursite no ombro esquerdo). E a Macaca assustou aos 20 minutos. Após bola cruzada na área, o lateral-direito Artur (ex-Palmeiras e São Caetano) desviou de cabeça e a bola acertou a rede pelo lado de fora.

Demorou até o São Paulo criar boa oportunidade de gol. Mas, aos 40, o grito da torcida ficou no quase. Jadson serviu Aloisio, o atacante finalizou e assustou o goleiro Edson Bastos.

Antes do intervalo, porém, mais uma boa chance da Ponte Preta. Aos 44, William foi lançado em profundidade e bateu cruzado: Denis defendeu.

Na segunda etapa, esperava-se o São Paulo melhor acertado para pressionar a Macaca. Mas o que se viu foi mais um lance de perigo dos visitantes. Logo aos quatro, após boa triangulação do ataque campineiro, Chiquinho recebeu na esquerda e soltou a bomba, mas Denis desviou.

Percebendo que tinha possibilidades de conquistar mais do que um ponto no Morumbi, o técnico Guto Ferreira deu novo gás à Ponte com as entradas do meia Diego Rosa e do atacante Alemão.

Do outro lado, Ney Franco contra-atacou, mas com alterações no mínimo estranhas. Primeiro, colocou Ganso no lugar de Wellington. Até aí, tudo normal para dar mais ímpeto ofensivo. Porém, logo depois, trocou Jadson pelo zagueiro/lateral Paulo Miranda.

Mas, assim como no clássico, Ganso esteve apagado. O máximo que o camisa oito fez nos mais de 25 minutos que esteve em campo foi fazer cruzamento que Artur afastou. Assim, sem criação, restou ao São Paulo arriscar de longe. Foi desta maneira que o volante Denilson tentou surpreender Edson Bastos, aos 38. A bola, porém, passou a esquerda do goleiro pontepretano.

O fim do jogo ainda teve um bom lance para cada lado. Aos 44, após levantamento da direita, Aloisio bateu de primeira, mas Edson Bastos salvou a Ponte. Pouco depois, a resposta: Chiquinho arrematou, mas o travessão garantiu a igualdade.

 



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Tricolor não sai do zero com a Macaca

Derek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

07/02/2013 | 00:10


O São Paulo não foi além do empate sem gols com a Ponte Preta, ontem à noite, no Estádio do Morumbi. Diante de uma bem armada e fechada Macaca, o Tricolor não conseguiu impor seu jogo, teve problemas de armação, e ficou mesmo no 0 a 0.

O técnico Ney Franco mudou o time com relação ao que perdera o clássico para o Santos, domingo. Luis Fabiano estava com a Seleção Brasileira e deu lugar para Aloisio. Já Ganso voltou ao banco de reservas, abrindo espaço ao argentino Cañete.

A nova formação, porém, não surtiu o efeito esperado pelo treinador. Bem postada, a Ponte Preta anulava as principais jogadas são-paulinas exercendo forte marcação sobretudo na dupla Jadson e Osvaldo. Os dois principais responsáveis pela armação e finalização do Tricolor estiveram sempre acompanhados de perto por um ou até dois rivais.

Por outro lado, apostando nos contra-ataques, a equipe de Campinas levava perigo ao gol de Denis (que segue substituindo Rogério Ceni, poupado em razão de uma bursite no ombro esquerdo). E a Macaca assustou aos 20 minutos. Após bola cruzada na área, o lateral-direito Artur (ex-Palmeiras e São Caetano) desviou de cabeça e a bola acertou a rede pelo lado de fora.

Demorou até o São Paulo criar boa oportunidade de gol. Mas, aos 40, o grito da torcida ficou no quase. Jadson serviu Aloisio, o atacante finalizou e assustou o goleiro Edson Bastos.

Antes do intervalo, porém, mais uma boa chance da Ponte Preta. Aos 44, William foi lançado em profundidade e bateu cruzado: Denis defendeu.

Na segunda etapa, esperava-se o São Paulo melhor acertado para pressionar a Macaca. Mas o que se viu foi mais um lance de perigo dos visitantes. Logo aos quatro, após boa triangulação do ataque campineiro, Chiquinho recebeu na esquerda e soltou a bomba, mas Denis desviou.

Percebendo que tinha possibilidades de conquistar mais do que um ponto no Morumbi, o técnico Guto Ferreira deu novo gás à Ponte com as entradas do meia Diego Rosa e do atacante Alemão.

Do outro lado, Ney Franco contra-atacou, mas com alterações no mínimo estranhas. Primeiro, colocou Ganso no lugar de Wellington. Até aí, tudo normal para dar mais ímpeto ofensivo. Porém, logo depois, trocou Jadson pelo zagueiro/lateral Paulo Miranda.

Mas, assim como no clássico, Ganso esteve apagado. O máximo que o camisa oito fez nos mais de 25 minutos que esteve em campo foi fazer cruzamento que Artur afastou. Assim, sem criação, restou ao São Paulo arriscar de longe. Foi desta maneira que o volante Denilson tentou surpreender Edson Bastos, aos 38. A bola, porém, passou a esquerda do goleiro pontepretano.

O fim do jogo ainda teve um bom lance para cada lado. Aos 44, após levantamento da direita, Aloisio bateu de primeira, mas Edson Bastos salvou a Ponte. Pouco depois, a resposta: Chiquinho arrematou, mas o travessão garantiu a igualdade.

 

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