O cantor apontou que o País 'precisa de alternativas' e está cansado de uma divisão política entre dois lados
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O cantor Gusttavo Lima anunciou que deseja se candidatar à presidência nas eleições de 2026. Em entrevista ao Metrópoles, ele apontou que o País "precisa de alternativas" e está cansado de uma divisão política entre direita e esquerda.
"O Brasil precisa de alternativas. Estou cansado de ver o povo passar necessidade sem poder fazer muito para ajudar. Eu mesmo enfrentei muitas dificuldades na vida, mas aproveitei as oportunidades que recebi. Vim de uma condição bastante humilde, cheguei a perder três dentes, mas, claro, tive condições de me tratar, condição que muita gente não tem", afirmou. "Chega dessa história de direita e de esquerda. Não é sobre isso, é sobre fazer um gesto para o País, no sentido de colocar o meu conhecimento em benefício de um projeto para unir a população", completou.
O cantor sertanejo, que no passado apoiou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ainda não sinalizou um partido e muito menos apoio para a decisão. Apesar disso, ele reforçou sua intenção: "Conheço muita gente e, embora eu nunca tenha ocupado nenhum posto político, eu sou um empreendedor. Montei muitas empresas e sei como fazer para a roda girar."
"A gente tem que desburocratizar para o país funcionar melhor. Os pobres estão sem poder de compra, e o setor do agronegócio não aguenta mais pagar impostos e não ter benfeitorias para investir em seus próprios negócios. Eu acho que posso ajudar, talvez mude de ideia até 2026, mas hoje a minha disposição está muito inclinada para me tornar um candidato à Presidência da República em 2026", concluiu.
Vale lembrar que recentemente o cantor esteve envolvido em uma polêmica e teve um pedido de prisão decretado pela Justiça de Pernambuco por suspeita de envolvimento em lavagem de dinheiro oriundo de jogos ilegais. A juíza autora da decisão, Andrea Calado, também aponta a suspeita que o artista tenha ajudado outros alvos da polícia - o dono de uma bet e sua mulher - a escaparem da Justiça durante viagem à Grécia, após a operação ser deflagrada.
No entanto, de acordo com o portal Leo Dias, o Ministério Público de Pernambuco pediu o arquivamento do processo contra o embaixador no caso Operação Integration por "falta de provas".
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