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Tecnologia a serviço da solidariedade


Do Diário do Grande ABC

01/12/2021 | 23:59


Vivemos tempo essencialmente tecnológico. Aliás, transformação digital é a expressão que está marcando os últimos meses, já que para sobreviver durante a pandemia, empresas de diversos setores tiveram que se adaptar ou aumentar consideravelmente o investimento em tecnologia. Mas, mesmo em meio a esse cenário, pudemos observar que a combinação de tecnologia e solidariedade viabilizou práticas inovadoras e possibilitou a conexão entre pessoas com necessidades e objetivos em comum. O boom de doações via plataformas de financiamento coletivo é prova disso. Segundo o Monitor de Doações da Covid-19 da ABCR (Associação Brasileira dos Captadores de Recursos), o Brasil registrou o recorde de doações no último ano, com mais de R$ 7 bilhões doados entre pessoas físicas e jurídicas. Houve também crescimento de 192% nas doações on-line no período de isolamento físico. Além disso, a pandemia também foi marcada pelo aumento do uso de aplicativos. De acordo com levantamento do App Annie, houve aumento de 42% no tempo de uso dessas ferramentas e, dentre elas, estão os apps colaborativos.


No geral, são soluções que impactam diretamente nas necessidades das pessoas. O fato é que a tecnologia, de certa forma, uniu quem tem necessidades e objetivos em comum, diminuiu distâncias e possibilitou novas formas de interagir e realizar ações. Vale lembrar que tecnologia apenas facilitou a troca de informações, quem controla o que será comunicado são as pessoas. Isso tem lados bom e ruim. Mas olhando o copo mais cheio, imagine quantas causas sociais podem ser impactadas com o alcance que a internet pode trazer? E, claro, empresas têm seu papel nisso. As companhias também precisam mostrar preocupação e, de certa forma, se posicionarem para mostrar sua identidade, valores e quais perfis alinhados com seus ideais querem que façam parte da empresa. Como prova disso, 71% dos consumidores afirmam querer comprar de empresas que sejam socialmente responsáveis, apontou pesquisa da IBM.


Nessa jornada, o que tenho visto são algumas companhias despertando para a oportunidade que essa agenda ESG tem de agregar valor à sua marca e criando produtos e serviços para solucionar dores da sociedade. As transformações digital e a social são estratégias de futuro do País que devem avançar juntas. Certamente, verdadeiras soluções virão da ajuda coletiva entre indivíduos, empresas e associações que forem capazes de olhar para o próximo de forma empática e utilizar as ferramentas que temos em prol de boas causas.


Tudo isso posto, deixo a reflexão: será essa a missão mais nobre da tecnologia, contribuir para que nos tornemos mais humanos? Espero que sim!

Bruno Rizzato é diretor de produtos do aplicativo Trampolim.


PALAVRA DO LEITOR

Precatórios
Precatórios são títulos de dívidas que o governo federal tem com pessoas físicas ou empresas, provenientes de decisões judiciais definitivas. Em outras palavras, é a devolução de valores recolhidos, cobrados ou não pagos pelo governo, e que, quando o prejudicado move ação, gastando recursos com advogados e muitas vezes anos de recursos judiciais, a Justiça obriga o governo a saldar esse valor. Agora o governo propõe pagar essas quantias, quase sempre decorrentes de longas ações, quando for mais conveniente para ele, tendo como justificativa atender carências do povo brasileiro. O reverso desta lei poderia também ser aprovado, eu pagar ao governo meus impostos quando for mais conveniente, para agora pagar minha carne, minhas frutas, minhas roupas, minhas despesas de escolas, gasolina etc.
Ruben J. Moreira
São Caetano


Dispositivos
É preciso deixar bem claro que a tentativa do Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) para impedir a utilização dos dispositivos extraglóticos por enfermeiros em situações de emergências em que não há médicos disponíveis, ou mesmo na presença destes, mas que não dominam a técnica, se constitui em verdadeiro atentado à vida. É preciso esclarecer à população que dispositivos extraglóticos serão utilizados basicamente nas emergências fora dos hospitais, com o objetivo de garantir a segurança da via aérea do paciente em três situações: quando há obstrução da via aérea superior e ele não consegue respirar; quando há parada respiratória; e quando há parada cardíaca e respiratória, condições que levam ao óbito em poucos minutos. O dispositivo não cria via aérea definitiva e permanece por pouco tempo, ou seja, mantém o paciente vivo até chegar ao hospital, sendo que o risco do procedimento não se comparam ao de morte.
Roberto Canavezzi
São Caetano


Curiosidade
Estou curiosa para saber como e quando o ex-juiz Sergio Moro vai tratar da questão da ditadura do Poder Judiciário, exercida às claras pelo STF (Supremo Tribunal Federal), interferindo sem pejo nos demais poderes da República e esgarçando nossa Constituição. O que ele dirá sobre isso? O povo quer saber!
Mara Montezuma Assaf
Capital


Electrolux
Dia 14 de maio de 2020 adquiri cafeteira da marca Electrolux, no valor de R$ 589,89. Devido à quebra da jarra de vidro, solicitei em junho de 2021 e por diversas vezes, junto à autorizada Electratec Brasil Com.Manut. Equip. Ind. Ltda, em São Bernardo, o referido objeto, sem sucesso. Dia 6 de setembro, em contato com a ouvidoria, insistentemente cobrei posição com relação à chegada do acessório. Sem sucesso. Continuo sem resposta. Somente em 19 de outubro, recebi e-mail informando que a jarra está prevista para entrar em estoque somente a partir de janeiro. Mais de seis meses sem solução e ainda está prevista para entrar em estoque. Absurdo e descaso com o consumidor.
Edison Vagner Molina Inocente
São Bernardo



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Comentários

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