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Há caminho para unir Garcia e Alckmin no PSDB para 2022, projeta Paulo Serra

André Henriques/ DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito de Sto.André acredita em pacificação dentro do partido para a sucessão de Doria: 'Vou me empenhar para isso'


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

20/05/2021 | 12:48


Prefeito de Santo André e presidente do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, Paulo Serra (PSDB) disse que é possível construir um caminho de união dentro do tucanato de olho na eleição ao governo do Estado no ano que vem. O vice-governador Rodrigo Garcia, recém-filiado ao PSDB, e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) têm os nomes cotados para representar a legenda em possível sucessão de João Doria (PSDB).

“Vou trabalhar pela união. Tenho (essa postura) no Consórcio, na minha trajetória. Acredito mais no diálogo e união. Prego sempre a somatória de esforços e acredito que o País precisa disso. Precisamos oferecer alternativa porque o País precisa desse tipo de construção, independentemente de nomes. Tem possibilidade disso (união entre Garcia e Alckmin). Enquanto tiver (chance), vou trabalhar e me empenhar para isso”, comentou Paulo Serra.

Garcia chegou ao PSDB pelas mãos de Doria e com ficha abonada pelo prefeito Bruno Covas (PSDB, que morreu no domingo) com objetivo de ser o candidato à sucessão de Doria – potencial presidenciável no ano que vem. Alckmin, que teve Doria como afilhado político e agora caminha em raia oposta, sinaliza internamente que quer representar a legenda em busca de um quinto mandato de governador. Para isso, estimula o instrumento de prévias.

Parte do grupo de Alckmin defende que ele saia candidato a governador independentemente das prévias tucanas. Alguns partidos abriram portas ao ex-governador - o Avante, do deputado estadual Campos Machado, já publicamente se colocou à disposição para acolher um projeto solo ao Estado -, mas Alckmin resiste por ser um dos primeiros filiados ao PSDB.

Durante a atividade na manhã desta quinta-feira (20) na Prefeitura de Santo André, Garcia tergiversou sobre a sucessão de Doria, recorrendo a uma célebre declaração de Alckmin, nos tempos de governador, quando era indagado sobre processo eleitoral. “Eleição só se fala em anos pares.”

“Eu me sinto no mesmo território da política, onde sempre estive, defendendo igualdade de oportunidades e a social-democracia,o liberalismo”, comentou o vice-governador, ao tratar sobre sua saída do DEM e chegada ao tucanato. “Passei 27 anos no Democratas e vi que, neste tempo, a convivência entre os partidos foi muito intensa. Intensa a ponto de o PSDB ser um pouco mais liberal e o Democratas, um pouco mais social. Fui forjado como político pela fusão desses grandes ideais. Eu mudo de casa, não de território. Recebi o convite do governador João Doria e do saudoso prefeito Bruno Covas. Convite que encarei como convocação.”
 



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