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Igrejas católicas retomam celebrações presenciais a partir do dia 13 de junho

DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Bispo orienta que paróquias analisem reabertura de suas unidades individualmente; documento diocesano reúne 60 normas de segurança para reabertura


Bia Moço
Do Diário do Grande ABC

30/05/2020 | 10:23


As igrejas católicas poderão, a partir do dia 13 de junho, retomar as celebrações de forma presencial, conforme anunciou o bispo diocesano dom Pedro Carlos Cipollini, nesta manhã, em live da Diocese de Santo André -- responsável pelo Grande ABC. O documento oficial será assinado pelo líder religioso neste domingo (31), dia de Pentecostes -- comemoração a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos de Jesus Cristo, sua mãe Maria e outros seguidores.

Dom Pedro orientou que as paróquias analisem a reabertura de suas unidades individualmente, de acordo com o que cada comunidade achar melhor ao seus fiéis. Para viabilizar as reuniões, a Diocese disponibilizará termo com 60 itens de cuidados que as igrejas, assim como toda a população deverá adotar, como distância, uso de máscaras, disponibilização de álcool em gel, aferição da medida corporal, entre outros.

O bispo frisou que, embora a liberação entre em vigor em 15 dias, a orientação ainda é de que os fiéis, sobretudo aqueles que compõe os grupos de riscos, permaneçam em suas casas, respeitando as orientações de contenção de transmissão do vírus revogadas pela OMS (Organização Mundial de Saúde). "Temos de continuar tomando muito cuidado. Ninguém é obrigada a ir, ou não ir, à igreja. Quem não se sentir confortável, fique em casa", reforçou dom Pedro.

O bispo frisou três pontos os quais julga importante divulgar, como por exemplo, o cuidado da igreja com a saúde da população, mesmo antes da pandemia. "Além disto, o fato de reabrir as celebrações presenciais não muda em nada a orientação de ficar em casa. Também destacamos que os fiéis mantenham a fé, mesmo que à distância, através dos meios de comunicação", disse o religioso.

Dom Pedro destacou que este período de isolamento social serviu para fortalecer a fé, sobretudo pelo momento de gravidade e incertezas que o mundo passa. "Essa situação foi permitida por Deus. É um tempo dramático. Foi um período para que as pessoas retomassem sua crença", pontuou.

A expectativa de Diocese é de que a retomada das celebrações seja de forma gradual, com missas mais rápidas, e a consciência da população. Como apelo, o bispo finalizou seu pronunciamento pedindo que os fiéis leiam as regras. " O que acontece no nosso meio, é que as pessoas não conhecem nada, não leem, não tem conhecimento e saem dando palpites. São os pressupostos de quem não leu, não entendeu, não gostou, e falam o que querem por aí, e isso atrapalha muito. Aqueles que tiverem interesse em entender, peço que leiam o documento", suplicou. "Até lá (dia 13), ficamos do jeito que estamos (com missas virtuais)", reforçou dom Pedro, pedindo ainda por calma e paciência.



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Igrejas católicas retomam celebrações presenciais a partir do dia 13 de junho

Bispo orienta que paróquias analisem reabertura de suas unidades individualmente; documento diocesano reúne 60 normas de segurança para reabertura

Bia Moço
Do Diário do Grande ABC

30/05/2020 | 10:23


As igrejas católicas poderão, a partir do dia 13 de junho, retomar as celebrações de forma presencial, conforme anunciou o bispo diocesano dom Pedro Carlos Cipollini, nesta manhã, em live da Diocese de Santo André -- responsável pelo Grande ABC. O documento oficial será assinado pelo líder religioso neste domingo (31), dia de Pentecostes -- comemoração a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos de Jesus Cristo, sua mãe Maria e outros seguidores.

Dom Pedro orientou que as paróquias analisem a reabertura de suas unidades individualmente, de acordo com o que cada comunidade achar melhor ao seus fiéis. Para viabilizar as reuniões, a Diocese disponibilizará termo com 60 itens de cuidados que as igrejas, assim como toda a população deverá adotar, como distância, uso de máscaras, disponibilização de álcool em gel, aferição da medida corporal, entre outros.

O bispo frisou que, embora a liberação entre em vigor em 15 dias, a orientação ainda é de que os fiéis, sobretudo aqueles que compõe os grupos de riscos, permaneçam em suas casas, respeitando as orientações de contenção de transmissão do vírus revogadas pela OMS (Organização Mundial de Saúde). "Temos de continuar tomando muito cuidado. Ninguém é obrigada a ir, ou não ir, à igreja. Quem não se sentir confortável, fique em casa", reforçou dom Pedro.

O bispo frisou três pontos os quais julga importante divulgar, como por exemplo, o cuidado da igreja com a saúde da população, mesmo antes da pandemia. "Além disto, o fato de reabrir as celebrações presenciais não muda em nada a orientação de ficar em casa. Também destacamos que os fiéis mantenham a fé, mesmo que à distância, através dos meios de comunicação", disse o religioso.

Dom Pedro destacou que este período de isolamento social serviu para fortalecer a fé, sobretudo pelo momento de gravidade e incertezas que o mundo passa. "Essa situação foi permitida por Deus. É um tempo dramático. Foi um período para que as pessoas retomassem sua crença", pontuou.

A expectativa de Diocese é de que a retomada das celebrações seja de forma gradual, com missas mais rápidas, e a consciência da população. Como apelo, o bispo finalizou seu pronunciamento pedindo que os fiéis leiam as regras. " O que acontece no nosso meio, é que as pessoas não conhecem nada, não leem, não tem conhecimento e saem dando palpites. São os pressupostos de quem não leu, não entendeu, não gostou, e falam o que querem por aí, e isso atrapalha muito. Aqueles que tiverem interesse em entender, peço que leiam o documento", suplicou. "Até lá (dia 13), ficamos do jeito que estamos (com missas virtuais)", reforçou dom Pedro, pedindo ainda por calma e paciência.

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