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Motorista embriagado que atropelou jovem tem prisão preventiva decretada

Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou conversão após flagrante na noite desta sexta-feira; vítima tinha 19 anos

11/05/2024 | 16:06
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Motorista que atropelou jovem foi transferido após prisão preventiva decretada (FOTO: Celso Luiz/DGABC)
Motorista que atropelou jovem foi transferido após prisão preventiva decretada (FOTO: Celso Luiz/DGABC) Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Ataualizada às 16h36

O homem de 35 anos preso em flagrante após atropelar uma jovem de 19, por volta das 19h desta sexta-feira (10), na Avenida Presidente Kennedy, no Centro de São Caetano, teve a prisão preventiva, sem prazo de liberação, determinada pela Justiça na tarde deste sábado (11). “O flagrante foi convertido em preventiva”, confirmou o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) ao Diário. Segundo o registro da ocorrência, ele estaria disputando um racha e também estava embriagado. 

A equipe do Diário flagrou o momento em que o suspeito estava sendo transferido da delagacia em que estava em São Caetano, nesta tarde. Segundo a equipe policial, Arthur Franklin Moita foi levado ao CDP (Centro de Detenção Provisória) Pinheiros.

DGABC

Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública) do Estado, o suspeito foi submetido ao teste do etilômetro após o acidente, que confirmou a presença de álcool no organismo. Segundo informações, a jovem foi atingida ao atravessar a rua para ir ao supermercado. Policiais militares foram acionados para atender a ocorrência e, ao chegar no local, encontraram a vítima já ferida. Geovanna Viana Lima não resistiu e teve a morte atestada pelo SAMU. 

A autoridade policial solicitou exames periciais ao IC (Instituto de Criminalística) e ao IML (Instituto Médico Legal) e o caso foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo, participar de corrida em via pública (racha) e trafegar em velocidade incompatível com a segurança na Delegacia Sede de São Caetano.

Nos interrogatórios após o acidente, testemunhas afirmaram que o motorista trafegava a mais de 100 km/h. Em seu depoimento, Moira teria negado os fatos, como a disputa de racha e o consumo de bebida alcoólica, mas assumiu estar acima da velocidade máxima permitida na via, de 50 km/h, dirigindo a aproximadamente 70 km/h. A velocidade do carro no momento da colisão será constatada apenas após perícia no veículo

Segundo registrado pelo delegado do caso, o veículo conta com modificações que aumentam sua performance. A velocidade do veículo foi classificada como "excessiva e inadequada com as condições do local, onde há fluxo intenso de veículos e pedestres, o que pode ser corroborado pelos danos severos que seu veículo apresentava, bem como pelas múltiplas fraturas suportadas pela vítima." O Diário não conseguiu contato com a defesa de Moita, mas o espaço seguirá aberto para esclarecimentos.




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