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Marcos Michels confirma que PSB terá candidato

Marina Brandão/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ex-secretário do verde, vereador tem nome citado como alternativa à desistência de Márcio


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

16/09/2019 | 07:00


Cotado à sucessão do prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), o vereador Marcos Michels (PSB), primo do verde, confirmou que a sigla terá candidato a prefeito nas eleições do ano que vem e que ele próprio poderá encabeçar o projeto.

Marcos é um dos nomes que o governo Lauro tem para lançar na disputa à sucessão, já que o deputado estadual Márcio da Farmácia (Podemos), escolhido a dedo pelo prefeito, rejeitou o convite. “Essa questão de se o PSB vai ter candidato é ponto pacífico. Tendo um candidato, é o Marcos. Não existe outro nome no PSB. O partido está trabalhando para ter candidatura a prefeito”, sintetizou.

Vereador em segundo mandato e ex-secretário de Educação do governo Lauro, Marcos chegou a abrir mão de lançar candidatura a deputado estadual no ano passado a fim de apoiar o projeto governista pró-Márcio. Em troca, recebeu a garantia de que seria o escolhido como prefeiturável do governo no próximo ano. O mesmo ocorreu em 2014, quando abriu mão de projeto próprio para apoiar Márcio, derrotado na disputa por cadeira na Câmara Federal.

Com a desistência de Márcio, Lauro deu início ao plano B, indicando que tanto Marcos, quanto outros aliados poderão ser escolhidos. Além do parlamentar, o governo tem como aposta o presidente da Câmara, Pretinho do Água Santa (DEM), o também parlamentar Rodrigo Capel (PV), além da secretária Regina Gonçalves (PV, Habitação).

Marcos evita falar sobre ser candidato do governo, mas admite que há essa intenção. “A questão de o PSB ter candidato é um apelo da estadual, porque o partido só acaba crescendo com candidaturas majoritárias. E também porque teremos outro momento, que vai ser a primeira eleição que não vai ter mais coligação”, frisou, ao emendar que “faz parte conciliar” o projeto do partido com o do governo. “Uma candidatura fortalece um partido, mas tem que se levar em conta também o fortalecimento de um governo, de uma sucessão”, pontuou, ao lembrar que o PSB tem histórico de representatividade no Legislativo diademense. Desde 1989, o partido sempre teve pelo menos um vereador. Durante a legislatura de 2001 a 2004, o PSB contou com quatro parlamentares – atualmente tem três. 



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Marcos Michels confirma que PSB terá candidato

Ex-secretário do verde, vereador tem nome citado como alternativa à desistência de Márcio

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

16/09/2019 | 07:00


Cotado à sucessão do prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), o vereador Marcos Michels (PSB), primo do verde, confirmou que a sigla terá candidato a prefeito nas eleições do ano que vem e que ele próprio poderá encabeçar o projeto.

Marcos é um dos nomes que o governo Lauro tem para lançar na disputa à sucessão, já que o deputado estadual Márcio da Farmácia (Podemos), escolhido a dedo pelo prefeito, rejeitou o convite. “Essa questão de se o PSB vai ter candidato é ponto pacífico. Tendo um candidato, é o Marcos. Não existe outro nome no PSB. O partido está trabalhando para ter candidatura a prefeito”, sintetizou.

Vereador em segundo mandato e ex-secretário de Educação do governo Lauro, Marcos chegou a abrir mão de lançar candidatura a deputado estadual no ano passado a fim de apoiar o projeto governista pró-Márcio. Em troca, recebeu a garantia de que seria o escolhido como prefeiturável do governo no próximo ano. O mesmo ocorreu em 2014, quando abriu mão de projeto próprio para apoiar Márcio, derrotado na disputa por cadeira na Câmara Federal.

Com a desistência de Márcio, Lauro deu início ao plano B, indicando que tanto Marcos, quanto outros aliados poderão ser escolhidos. Além do parlamentar, o governo tem como aposta o presidente da Câmara, Pretinho do Água Santa (DEM), o também parlamentar Rodrigo Capel (PV), além da secretária Regina Gonçalves (PV, Habitação).

Marcos evita falar sobre ser candidato do governo, mas admite que há essa intenção. “A questão de o PSB ter candidato é um apelo da estadual, porque o partido só acaba crescendo com candidaturas majoritárias. E também porque teremos outro momento, que vai ser a primeira eleição que não vai ter mais coligação”, frisou, ao emendar que “faz parte conciliar” o projeto do partido com o do governo. “Uma candidatura fortalece um partido, mas tem que se levar em conta também o fortalecimento de um governo, de uma sucessão”, pontuou, ao lembrar que o PSB tem histórico de representatividade no Legislativo diademense. Desde 1989, o partido sempre teve pelo menos um vereador. Durante a legislatura de 2001 a 2004, o PSB contou com quatro parlamentares – atualmente tem três. 

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