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Moradores reclamam de via pública com asfalto pela metade em Mauá

Denis Maciel/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Famílias da Rua Manoel Nascimento são obrigadas a custear o pavimento


Juliana Stern
Especial para o Diário

06/06/2018 | 07:00


Moradores da Rua Manoel Nascimento, no Jardim Zaíra, em Mauá, reclamam que metade da via não é asfaltada. Segundo eles, a última manutenção no pavimento foi feita em meados de março, no entanto, o trabalho só vai até a altura do número 260, deixando o restante do logradouro a cargo da própria comunidade.

O pedreiro José Serafim de Barros, 65 anos, conta que nos mais de 20 anos que mora na rua, o trecho sem asfalto sempre foi pavimentado pela comunidade. “Todo mundo ajuda, um dá R$ 50 ou R$ 100, outro dá saco de cimento e quem sabe arruma a rua. Só no barro não dá para ficar”, diz. Segundo ele, o motivo do município não asfaltar a rua até o fim é que a via passa a ser considerada viela a partir do número 267. “Mas a rua continua, sem curvas nem nada. A numeração é sequencial até o fim. A rua não troca de nome, como que é viela?”, pergunta o morador.

O trecho feito de concreto é todo esburacado e falho, tornando a passagem perigosa para pedestres e veículos. “Tem dias que o caminhão de lixo não sobe aqui. Já chegou a ficar uma semana sem recolher, juntando lixo na rua”, diz a dona de casa Terezinha de Jesus, 50, que mora no local há mais de 30 anos.

Para os residentes, a falta de pavimentação adequada passa uma imagem de descaso por parte do poder público com a população. “Costumo falar que a partir de onde termina o asfalto para cima só mora bicho. Porque gente não devia ter que viver assim”, comenta Terezinha. “Aqui é um lugar esquecido”, acrescenta Barros.

Questionada pelo Diário a respeito do problema, a Prefeitura de Mauá não retornou até o fechamento desta edição. 



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