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Morando busca reunião com MPF e Justiça para debater saída de Museu do Trabalhador

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito de São Bernardo quer transformar estrutura no Centro em uma fábrica de Cultura; obra está embargada desde dezembro após ação da PF


Raphael Rocha
do Diário do Grande ABC

22/05/2017 | 07:00


O prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), diz pretender se reunir com a promotora Fabiana Bortz, do MPF (Ministério Público Federal), para discutir saídas para o Museu do Trabalho e do Trabalhador. Fabiana foi quem assinou investigação que deflagrou, em dezembro, a Operação Hefesta, da PF (Polícia Federal), que apontou irregularidades na construção do prédio localizado no Centro.

Desde a operação, a obra do museu está embargada pela Justiça. Segundo o tucano, a estrutura começa a se deteriorar. Ele também afirma querer expor sua ideia de mudar o objeto do prédio.

“Estou pedindo encontro, eu mesmo, com a procuradora e juíza do caso para levar minha intenção de mudar o objeto e saber o que a Justiça pensa. Posso encerrar contrato (com as empreiteiras), encerrar o prédio? O tempo vai passando, é adversário de quem governa. (O prédio) Está deteriorando. Quero encaminhamento para a obra”, declara Morando.

Idealizado pelo ex-prefeito Luiz Marinho (PT) para falar sobre as lutas trabalhistas na cidade – em especial as batalhas sindicais, capitaneadas por seu padrinho político, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) –, o Museu do Trabalho e do Trabalhador coleciona problemas e atrasos. O projeto começou a sair do papel em 2012, porém nunca ficou pronto. O prédio estava previsto para consumir R$ 18 milhões, mas, antes da Operação Hefesta, já estava orçado em R$ 21,68 milhões.

A ideia de Morando é transformar o Museu do Trabalho e do Trabalhador em fábrica de Cultura. Entretanto, o Ministério da Cultura havia vetado a mudança de objeto do local. Na semana passada, Roberto Freire (PPS) deixou a Pasta e renovou as esperanças do governo tucano. 



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