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Amiga íntima


Marcela Munhoz
Do Diário do Grande ABC

21/10/2011 | 07:00


Vagina, vagina, vagina... Se ficou vermelha só de ler a palavra é melhor começar a perder a vergonha. Afinal, você não fala alto o nome da sua melhor amiga? Que mal há? E mais: é importante conhecer bem o que tem aí embaixo, por onde tudo acontece (nem você nem ninguém estariam aqui se ela não existisse). "A vergonha de falar, tocar e ver a vagina prejudica muito a qualidade de vida das mulheres. Como ela vai saber onde sente prazer ou se há algo errado com o órgão se não sabe o que acontece?", afirma Rose Villela, psicóloga e sexóloga.

Diferentemente do que se diz, vagina define apenas o canal que conecta o interior do corpo feminino e seus órgãos (ovários, tubas uterinas e útero) com o lado de fora. O que se vê na parte externa é chamado vulva. "A vagina se inicia na entrada da vulva e termina no colo do útero. Costuma ter de oito a 12 centímetros de profundidade", explica Maria Auxiliadora Vertamatti, ginecologista e professora da Faculdade de Medicina do ABC. É formada por um músculo forte, fibroso e elástico. No momento da relação sexual, se dilata e lubrifica para que possa comportar o pênis. No parto normal, o canal vaginal também se estica - pode até dobrar de tamanho - para que o bebê consiga passar por lá.

Como acontece com o tamanho do pênis, cada mulher tem um tamanho de vagina e de vulva, conjunto dos órgão sexuais externos. É formada pelos pequenos e grandes lábios, clitóris, entrada do canal vaginal, orifício da uretra (por onde sai a urina) e monte de vênus (onde estão os pelos).

Em algumas meninas, a vulva é mais rosada, em outras é escura, com os lábios internos e externos maiores ou menores. Não há regras, e isso pode gerar dúvidas e encanações. "Como a mulher não faz xixi uma ao lado da outra, não tem como comparar com as amigas, como fazem os homens, ficando ainda mais complicado. A dica é desencanar", aconselha a sexóloga.



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