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Mesmo com chuva, andreenses seguem com as torneiras secas

Marina Brandão/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Água escurecida também é reclamação de moradores do município


Leonardo Santos
especial para o Diário

08/12/2015 | 07:00


Apesar das chuvas acima da média registradas desde o mês passado, a falta de água em Santo André segue gerando reclamações. Moradores dizem que a pressão diminui por volta das 10h diariamente e, à tarde, o recurso acaba. Geralmente volta de madrugada, mas há casos em que as torneiras seguem secas por dias.

A equipe do Diário esteve ontem nos bairros Parque das Nações, Parque Novo Oratório e Jardim Teles de Menezes, todos com problemas semelhantes. Na casa da estudante Thaíse Orbaneça, 27 anos, no Parque das Nações, a água havia voltado, mas com cor de barro. “Verificamos com os vizinhos e o problema se repete. Ligamos para o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), mas nada”, conta Thaíse.

“Não uso água e, mesmo assim, pago por ela”, diz o aposentado Henrique Garcia, 70, do Parque Novo Oratório. Ao invés de diminuir pela falta do recurso, a conta está cada vez mais cara. “Gastava, em média, R$ 60. Agora pago R$ 120 para tomar banho de caneca.”

O tempo úmido ajudou o aposentado Benedito Deus Leonardo, 67, do mesmo bairro, a não passar por situações difíceis. “Aproveito a água da chuva, do banho e da máquina, porque posso ficar sem a qualquer momento.”

A consultora de relacionamento Ana Lúci Ficucelli da Silva, 46, do Jardim Teles de Menezes, não tem esperanças de ver o problema solucionado. “É sempre a mesma coisa. Ligamos para o Semasa e dizem que será resolvido em poucas horas, mas a água só volta de madrugada.”

O marido, Silvio de Almeida da Silva, 41, reclama da falta de informação. “Temos internet e podemos conferir a situação, mas e quem não tem esse recurso?”, questiona.

Procurado, o Semasa informou que o problema da água com cor de barro foi pontual e ocorreu devido a manobra na rede, necessária para abastecer o bairro, sendo rapidamente controlado.

Sobre o desabastecimento, mais uma vez destacou que recebe menos água da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) – média de 1.750 litros por segundo. Porém, conforme boletim enviado ontem, no fim de semana as médias foram de 1.780 litros por segundo na sexta-feira, 1.680 litros por segundo no sábado e 1.850 litros por segundo no domingo.  



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