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EUA fazem Dunga repensar Seleção que vai a campo em amistoso hoje

Divulgação  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Treinador afirmou que pode deixar de fazer
testes por pressão sobre o resultado positivo


Felipe Simões
Do Diário do Grande ABC

08/09/2015 | 07:00


Foi-se o tempo em que existia bobo no futebol. Se os Estados Unidos poderiam ser colocados na lista de adversários fáceis a serem batidos da Seleção Brasileira, hoje o cenário é diferente. O amistoso das 21h40 em Foxborough, em solo norte-americano, promete ser quente e a equipe local deve, assim como fez em toda a participação na Copa do Mundo do ano passado, vender caro eventual resultado favorável ao Brasil.

Experiência em Mundial, aliás, não falta aos norte-americanos. Já são 11 participações na competição, sendo sete delas seguidas – desde 1990 eles não ficam foram do torneio. No ranking da Fifa agora são 28º, bem longe das posições inferiores já frequentadas no passado.

O presente, aliás, é um dos fatores considerados pelo técnico Dunga para pedir cautela à Seleção Brasileira. Os adversários de hoje colecionam bons resultados recentes após o Mundial – vitórias sobre Alemanha (2 a 1) e Holanda (4 a 3), ambas em solo europeu.

“Se repetirem isso (desempenho), será um grande teste. Para alguns foi surpresa a forma de jogar compacta, de marcação, mas para outros, não. Eles têm paciência de esperar o adversário errar para armarem o contra-ataque”, alertou Dunga.

Esse fato, aliado ao aparentemente eterno fantasma que ronda o treinador após as críticas da imprensa sofridas após as Copas de 1990, quando ainda era jogador, e 2010, quando foi treinador, colocam um ponto de interrogação sobre o time que vai a campo hoje.

“Minha ideia fixa é que temos de observar alguns jogadores que não tiveram muitas chances. Mas ainda temos de levar em conta o que é cobrado de nós a todo momento. Temos de ponderar isso bastante”, afirmou. “Seria bom que as pessoas envolvidas no futebol pensassem que estamos com um time em formação e que olhassem além do placar. Se tivéssemos mais paciência nas análises, teríamos rendimento ainda melhor de alguns jogadores”, disse, em tom de reclamação com os jornalistas.

A única certeza é que Kaká será reserva, assim como ocorreu contra a Costa Rica, no sábado. Ontem, com desconforto muscular, ele não deixou o hotel para treinar com os companheiros.



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EUA fazem Dunga repensar Seleção que vai a campo em amistoso hoje

Treinador afirmou que pode deixar de fazer
testes por pressão sobre o resultado positivo

Felipe Simões
Do Diário do Grande ABC

08/09/2015 | 07:00


Foi-se o tempo em que existia bobo no futebol. Se os Estados Unidos poderiam ser colocados na lista de adversários fáceis a serem batidos da Seleção Brasileira, hoje o cenário é diferente. O amistoso das 21h40 em Foxborough, em solo norte-americano, promete ser quente e a equipe local deve, assim como fez em toda a participação na Copa do Mundo do ano passado, vender caro eventual resultado favorável ao Brasil.

Experiência em Mundial, aliás, não falta aos norte-americanos. Já são 11 participações na competição, sendo sete delas seguidas – desde 1990 eles não ficam foram do torneio. No ranking da Fifa agora são 28º, bem longe das posições inferiores já frequentadas no passado.

O presente, aliás, é um dos fatores considerados pelo técnico Dunga para pedir cautela à Seleção Brasileira. Os adversários de hoje colecionam bons resultados recentes após o Mundial – vitórias sobre Alemanha (2 a 1) e Holanda (4 a 3), ambas em solo europeu.

“Se repetirem isso (desempenho), será um grande teste. Para alguns foi surpresa a forma de jogar compacta, de marcação, mas para outros, não. Eles têm paciência de esperar o adversário errar para armarem o contra-ataque”, alertou Dunga.

Esse fato, aliado ao aparentemente eterno fantasma que ronda o treinador após as críticas da imprensa sofridas após as Copas de 1990, quando ainda era jogador, e 2010, quando foi treinador, colocam um ponto de interrogação sobre o time que vai a campo hoje.

“Minha ideia fixa é que temos de observar alguns jogadores que não tiveram muitas chances. Mas ainda temos de levar em conta o que é cobrado de nós a todo momento. Temos de ponderar isso bastante”, afirmou. “Seria bom que as pessoas envolvidas no futebol pensassem que estamos com um time em formação e que olhassem além do placar. Se tivéssemos mais paciência nas análises, teríamos rendimento ainda melhor de alguns jogadores”, disse, em tom de reclamação com os jornalistas.

A única certeza é que Kaká será reserva, assim como ocorreu contra a Costa Rica, no sábado. Ontem, com desconforto muscular, ele não deixou o hotel para treinar com os companheiros.

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