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Atila deve dar depoimento a duas comissões no mesmo dia

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Grupo que analisa peça que cita vacância do cargo marcará amanhã convocação do prefeito de Mauá


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

27/02/2019 | 07:00


O prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), deve ser ouvido pelas duas comissões de impeachment que tramitam na Câmara, no dia 11. O Diário apurou que a tendência é a de que parlamentares que integram o grupo que analisa suposta vacância do cargo sugiram aproveitar a ida do socialista à casa, quando falará, às 9h, à comissão que investiga quebra de decoro, para também interrogá-lo.

Presidida pelo vereador Cincinato Freire (PDT), a comissão se reunirá amanhã para bater o martelo sobre qual dia deverá iniciar as oitivas com o prefeito e as testemunhas. Primeiro a ter o parecer aprovado, o grupo que avalia a acusação de vacância está em patamar anterior à da suposta quebra de decoro com base nas acusações da Operação Trato Feito, da PF (Polícia Federal). Essa última comissão já agendou a colheita de depoimentos para a semana seguinte ao Carnaval.

Além de Atila, a comissão que investiga quebra de decoro ouvirá o ex-secretário João Gaspar (PCdoB, Governo), que também foi preso nas duas ocasiões. Braço direito do socialista, Gaspar também foi arrolado como testemunha de defesa na outra denúncia, protocolada pelo autointitulado presidente do PSL de Mauá, Davidson Rodrigues de Souza. Nesta peça, até a vice-prefeita Alaíde Damo (MDB), então prefeita interina, foi convocada a dar sua versão sobre os fatos.

Diferentemente da comissão que avalia se houve vacância do cargo porque o prefeito não teria pedido licença formal ao Legislativo, que teve o parecer pelo prosseguimento apreciado em plenário na semana passada, o grupo que estuda a denúncia do PT – com base na Trato Feito – deu andamento às investigações por despacho do próprio relator, vereador Jotão (PSDB).

O Diário apurou que a decisão se deu porque, além de existir entendimento interno de não haver necessidade legal para que seja colocado o parecer pelo prosseguimento em votação, a ideia de colocar outra avaliação em apreciação causaria mais desgaste aos parlamentares. Além disso, entendem alguns vereadores, esse caminho só protelaria o processo. A primeira análise foi colocada em votação a pedido da própria defesa do prefeito, quando Atila ainda estava preso.

SUSPEIÇÃO
Além de dar prosseguimento automático à denúncia, a comissão também rejeitou os pedidos do socialista para anular a votação em que foi aceita a denúncia por conta da participação do vereador Marcelo Oliveira (PT), alegando que o parlamentar é interessado no processo por integrar o PT mauaense, autor da peça. “O vereador Marcelo não pode ter atuação confundida com a atuação do partido político ao qual está filiado”, assinalou Jotão. 



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Atila deve dar depoimento a duas comissões no mesmo dia

Grupo que analisa peça que cita vacância do cargo marcará amanhã convocação do prefeito de Mauá

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

27/02/2019 | 07:00


O prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), deve ser ouvido pelas duas comissões de impeachment que tramitam na Câmara, no dia 11. O Diário apurou que a tendência é a de que parlamentares que integram o grupo que analisa suposta vacância do cargo sugiram aproveitar a ida do socialista à casa, quando falará, às 9h, à comissão que investiga quebra de decoro, para também interrogá-lo.

Presidida pelo vereador Cincinato Freire (PDT), a comissão se reunirá amanhã para bater o martelo sobre qual dia deverá iniciar as oitivas com o prefeito e as testemunhas. Primeiro a ter o parecer aprovado, o grupo que avalia a acusação de vacância está em patamar anterior à da suposta quebra de decoro com base nas acusações da Operação Trato Feito, da PF (Polícia Federal). Essa última comissão já agendou a colheita de depoimentos para a semana seguinte ao Carnaval.

Além de Atila, a comissão que investiga quebra de decoro ouvirá o ex-secretário João Gaspar (PCdoB, Governo), que também foi preso nas duas ocasiões. Braço direito do socialista, Gaspar também foi arrolado como testemunha de defesa na outra denúncia, protocolada pelo autointitulado presidente do PSL de Mauá, Davidson Rodrigues de Souza. Nesta peça, até a vice-prefeita Alaíde Damo (MDB), então prefeita interina, foi convocada a dar sua versão sobre os fatos.

Diferentemente da comissão que avalia se houve vacância do cargo porque o prefeito não teria pedido licença formal ao Legislativo, que teve o parecer pelo prosseguimento apreciado em plenário na semana passada, o grupo que estuda a denúncia do PT – com base na Trato Feito – deu andamento às investigações por despacho do próprio relator, vereador Jotão (PSDB).

O Diário apurou que a decisão se deu porque, além de existir entendimento interno de não haver necessidade legal para que seja colocado o parecer pelo prosseguimento em votação, a ideia de colocar outra avaliação em apreciação causaria mais desgaste aos parlamentares. Além disso, entendem alguns vereadores, esse caminho só protelaria o processo. A primeira análise foi colocada em votação a pedido da própria defesa do prefeito, quando Atila ainda estava preso.

SUSPEIÇÃO
Além de dar prosseguimento automático à denúncia, a comissão também rejeitou os pedidos do socialista para anular a votação em que foi aceita a denúncia por conta da participação do vereador Marcelo Oliveira (PT), alegando que o parlamentar é interessado no processo por integrar o PT mauaense, autor da peça. “O vereador Marcelo não pode ter atuação confundida com a atuação do partido político ao qual está filiado”, assinalou Jotão. 

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