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Mãe acusada de negligência completa 11 meses sem o filho


Adriana Ferraz
Do Diário do Grande ABC

27/09/2007 | 07:16


Há 11 meses, Nirailda Lopes dos Santos, 35 anos, não vê o filho caçula, de 2 anos. O menino foi retirado de sua guarda após denúncia de negligência feita pelo Hospital Márcia Braido ao Conselho Tutelar de São Caetano. Quarta-feira, uma nova audiência do caso movimentou o Fórum.

A Promotoria da Infância e Juventude pede que os direitos dos pais – o pátrio poder – seja destituído. Se a decisão for favorável à acusação, o menino será encaminhado à adoção. Por enquanto, Pedro vive num lar substituto. <EM>O caso é considerado incomum pelas advogadas de defesa e até pela presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de São Caetano, Rosângela Negrão.

“A justificativa para tirar o filho dessa mulher é uma vergonha. Ela deixou de levar a criança para fazer um exame porque estava doente. Isso não é negligência. O problema é que ela é pobre e o filho, loiro, de olhos azuis.”

O autor da denúncia, pediatra Walter Perez Scaranto, depôs quarta-feira e assumiu que não esperava que o caso fosse tão longe. “Na minha avaliação, a criança estava em risco. Denunciei por isso. Agora a decisão é da justiça.”


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Mãe acusada de negligência completa 11 meses sem o filho

Adriana Ferraz
Do Diário do Grande ABC

27/09/2007 | 07:16


Há 11 meses, Nirailda Lopes dos Santos, 35 anos, não vê o filho caçula, de 2 anos. O menino foi retirado de sua guarda após denúncia de negligência feita pelo Hospital Márcia Braido ao Conselho Tutelar de São Caetano. Quarta-feira, uma nova audiência do caso movimentou o Fórum.

A Promotoria da Infância e Juventude pede que os direitos dos pais – o pátrio poder – seja destituído. Se a decisão for favorável à acusação, o menino será encaminhado à adoção. Por enquanto, Pedro vive num lar substituto. <EM>O caso é considerado incomum pelas advogadas de defesa e até pela presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de São Caetano, Rosângela Negrão.

“A justificativa para tirar o filho dessa mulher é uma vergonha. Ela deixou de levar a criança para fazer um exame porque estava doente. Isso não é negligência. O problema é que ela é pobre e o filho, loiro, de olhos azuis.”

O autor da denúncia, pediatra Walter Perez Scaranto, depôs quarta-feira e assumiu que não esperava que o caso fosse tão longe. “Na minha avaliação, a criança estava em risco. Denunciei por isso. Agora a decisão é da justiça.”

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