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S.Caetano foca em projeto habitacional

Prefeitura está levantando áreas disponíveis e se aproxima da Caixa Econômica Federal


Gustavo Pinchiaro

29/07/2013 | 07:04


O programa de habitação popular do governo federal Minha Casa, Minha Vida está próximo de ser implantado em São Caetano. O prefeito Paulo Pinheiro (PMDB) disse que o levantamento de áreas disponíveis para o projeto está em fase de finalização. “Assim que tiver esses dados vou elaborar um projeto e encaminhar para o governo federal”, afiançou o peemedebista.

Além desse trabalho, o relacionamento do Palácio da Cerâmica com a Caixa Econômica Federal – instituição que financia construção do programa e também fornece o crédito para compradores – tem se estreitado. A intenção é conseguir firmar um convênio de cooperação técnica que ajude o município a superar impasses e estabelecer a logística necessária para implantar o programa.

Um dos responsáveis pela relação com a Caixa, o assessor da Secretaria de Planejamento e Gestão Marcos Godinho disse que o governo tem se esforçado para acelerar o andamento do projeto. “Vejo que nas cidades vizinhas a questão está mais avançada. É visível que existe um deficit habitacional em São Caetano, por isso temos que fazer um esforço porque temos o problema de áreas, a disponibilidade é pequena. Temos que encarar os desafios com objetividade.”

Godinho informou que amanhã técnicos da Prefeitura vão se reunir com a Caixa para definir o formato do convênio. “Habitação é um conjunto de políticas públicas que devem ser executadas juntas. Vamos ver o que podemos tirar desse convênio para acertar essa diretriz”, explicou. O setor de moradias populares recebeu a pior nota, 3,9, de acordo com levantamento do DGABC Pesquisas feito em junho.

Assim como toda Região Metropolitana, o município passou por um boom imobiliário nos últimos anos que acabou esgotando o estoque de áreas livres. Por conta disso, a Secretaria de Obras e Habitação, onde o levantamento está sendo feito, encontra barreiras para encontrar um local.

Nos últimos anos a implementação de núcleos habitacionais foi combatida pelo poder público com argumento de que o metro quadrado da cidade é um dos mais caros (acima de R$ 5.000). O programa federal atende a famílias com renda de até R$ 5.000.

Na história da cidade, apenas dois empreendimentos foram construídos voltados para moradia popular. Em 2011, 97 apartamentos localizados no bairro Prosperidades foram construídos pela CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano). E, em 2002, na gestão Luiz Tortorello (morto em 2004), a Prefeitura distribuiu à população as 200 unidades do conjunto Domus Mea, no bairro Mauá.



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