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EUA reconhecem que existe 'forte resistência' no Iraque


Da AFP

03/10/2003 | 11:52


O exército norte-americano reconheceu, nesta sexta-feira, após atentado que matou dois iraquianos em Kirkuk, que está enfrentando uma violenta resistência no Iraque, “muito maior do que esperava”. Em resposta, um importante líder xiita pediu a organização de uma Assembléia Constituinte.

Seis meses depois da invasão, o comandante das tropas norte-americanas no Iraque, Ricardo Sánchez, reconheceu que o exército americano está perdendo entre três e seis soldados por semana. "O inimigo evoluiu, temos de admitir. É mais assassino, mais complexo, mais sofisticado, audacioso e persistente", confessou.

"A Assembléia Constituinte deve ser eleita pelo povo iraquiano, que depois se pronunciará por referendo sobre a Constituição", declarou o chefe do Conselho Supremo da Revolução Islâmica no Iraque (CSRII), Abdel Aziz Hakim, na cidade santa de Najaf (centro). Hakim, membro do Conselho de Governo Transitório, fez esta declaração durante uma concentração para evocar o 40º dia do assassinato de seu pai, o aiatolá Mohamad Baqer Hakim, em um atentado.

Ao mesmo tempo, os membros do Conselho prometeram união ante milhares de xiitas, a comunidade majoritária, que se apresentaram para uma nova homenagem ao ex-líder do CSRII, partidário do fim da ocupação norte-americana por meios pacíficos.

Atentado - Uma explosão ocorreu às 23h30 locais da quinta-feira em uma lavanderia utilizada por americanos em Kirkuk. O Exército americano admitiu a morte de dois iraquianos. Porém, os militares não confirmaram as informações das autoridades locais sobre um atentado suicida.

Pouco antes, tinham sido registradas seis explosões, uma das quais feriu dois soldados, segundo as forças de segurança locais. As explosões foram registradas em um período de 20 minutos nos bairros residenciais das zonas sul, centro, leste e sudoeste da cidade, contra posições norte-americanas e uma delegacia de polícia.

Uma dessas explosões causou danos em um Humvee (veículo militar), ferindo dois soldados, segundo um alto funcionário dos serviços de segurança.



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EUA reconhecem que existe 'forte resistência' no Iraque

Da AFP

03/10/2003 | 11:52


O exército norte-americano reconheceu, nesta sexta-feira, após atentado que matou dois iraquianos em Kirkuk, que está enfrentando uma violenta resistência no Iraque, “muito maior do que esperava”. Em resposta, um importante líder xiita pediu a organização de uma Assembléia Constituinte.

Seis meses depois da invasão, o comandante das tropas norte-americanas no Iraque, Ricardo Sánchez, reconheceu que o exército americano está perdendo entre três e seis soldados por semana. "O inimigo evoluiu, temos de admitir. É mais assassino, mais complexo, mais sofisticado, audacioso e persistente", confessou.

"A Assembléia Constituinte deve ser eleita pelo povo iraquiano, que depois se pronunciará por referendo sobre a Constituição", declarou o chefe do Conselho Supremo da Revolução Islâmica no Iraque (CSRII), Abdel Aziz Hakim, na cidade santa de Najaf (centro). Hakim, membro do Conselho de Governo Transitório, fez esta declaração durante uma concentração para evocar o 40º dia do assassinato de seu pai, o aiatolá Mohamad Baqer Hakim, em um atentado.

Ao mesmo tempo, os membros do Conselho prometeram união ante milhares de xiitas, a comunidade majoritária, que se apresentaram para uma nova homenagem ao ex-líder do CSRII, partidário do fim da ocupação norte-americana por meios pacíficos.

Atentado - Uma explosão ocorreu às 23h30 locais da quinta-feira em uma lavanderia utilizada por americanos em Kirkuk. O Exército americano admitiu a morte de dois iraquianos. Porém, os militares não confirmaram as informações das autoridades locais sobre um atentado suicida.

Pouco antes, tinham sido registradas seis explosões, uma das quais feriu dois soldados, segundo as forças de segurança locais. As explosões foram registradas em um período de 20 minutos nos bairros residenciais das zonas sul, centro, leste e sudoeste da cidade, contra posições norte-americanas e uma delegacia de polícia.

Uma dessas explosões causou danos em um Humvee (veículo militar), ferindo dois soldados, segundo um alto funcionário dos serviços de segurança.

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