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Ponte coloca moradores do
Jardim Bom Pastor em risco

Após cruzar o Ribeirão dos Meninos, cidadãos ainda
enfrentam os perigos do trânsito na Av. Lauro Gomes


Lukas Kenji
Especial para o Diário

07/01/2012 | 07:48


Os moradores do bairro Jardim Bom Pastor, em Santo André, estão expostos ao risco duas vezes ao sair para trabalhar, estudar ou mesmo ir às compras. O primeiro é caminhar sobre ponte de madeira para cruzar o Ribeirão dos Meninos até chegar a outro perigo: atravessar a Avenida Lauro Gomes, sem qualquer tipo de sinalização.

A ponte de tábuas soltas, pregos enferrujados e frouxos, além do balanço constante provocado pela estrutura prejudicada pelo tempo está sem manutenção há 14 anos, pelo menos. Esse também é o período em que o motorista Ronaldo Andrade Silva, 43 anos, espera por soluções para ter a certeza de cruzar a ponte que leva ao lado de São Bernardo de maneira segura.

"A gente já fez várias reclamações, protocoladas, para a Prefeitura (de Santo André) e nada foi feito. Não sei até quando as pessoas vão continuar se machucando ou correndo risco para sair de casa", diz.

De acordo com a moradora Vanessa Fina, a alternativa à ponte é caminhar pouco mais de dois quilômetros ou pegar mais um ônibus para chegar ao outro lado da avenida. "Demoro pelo menos meia hora a mais para chegar ao meu trabalho. É um absurdo", reclama.

Durante esse período de poucas ações, não faltaram promessas de secretarias de Obras Públicas de ambas as cidades, relatadas pelo Diário desde dezembro de 2001. Desta vez, o discurso da Secretaria de Transportes e Vias públicas de São Bernardo é que o problema é de responsabilidade de Santo André, mas que pode agir em conjunto com a cidade vizinha. Ainda de acordo com a Pasta, o assunto ainda depende de estudos para ter a melhor solução.

Procurada, a Prefeitura de Santo André não se manifestou até o fechamento desta edição. Enquanto isso, o serralheiro Milton João da Silva, 53, e centenas de moradores que cruzam a ponte diariamente terão de superar o receio e continuar com a rotina de perigo para se locomover, "porque a necessidade é maior do que o medo", como diz o morador.



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