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Para Alckmin, voto ‘Geraldina’ é natural

Governador reconhece apoiadores dele e Marina, mas reforça que seu candidato é Aécio


Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

05/09/2014 | 07:00


Candidato à reeleição, Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou ser “natural” a popularidade do chamado voto ‘Geraldina’ – adeptos do tucano ao comando do Palácio dos Bandeirantes e da ex-senadora Marina Silva (PSB) à Presidência da República. No entanto, reforçou que votará no presidenciável Aécio Neves (PSDB).

“Primeiramente, meu candidato é o do meu partido, o Aécio Neves. Fizemos coligação com o PSB. Nosso candidato a vice é do PSB, o (deputado federal) Márcio França. Então, é natural. Para todos que são do PPS e PSB, que estão na coligação da Marina, o candidato a governador sou eu. Quem é do PSDB apoia o Aécio e quem é do PPS ou PSB apoia a Marina”, discorreu o governador.

Fatia de 43% dos eleitores de Alckmin votaria na presidenciável do PSB, Marina Silva, e apenas 26% optam pelo tucano Aécio Neves. A informação é de pesquisa do Ibope, encomendada pelo jornal o Estado de S.Paulo e Rede Globo e divulgada na terça-feira. O cenário ocorre mesmo com a posição da ex-senadora de se negar a subir em palanques tucanos, especialmente em São Paulo e no Paraná, onde há coligação de PSDB e PSB.

Efeito semelhante havia ocorrido no início da campanha eleitoral, antes da morte do presidenciável Eduardo Campos (PSB) em acidente aéreo em Santos no dia 13 de julho, quando o termo ‘Edualdo’ foi criado em referência ao voto no tucano e no socialista. O discurso de Alckmin para evitar constrangimento no PSDB e abafar o movimento foi o mesmo usado para o ‘Geraldina’: reforçar o voto no correligionário e explicar a aliança.

O governador também avaliou de forma positiva o cenário geral de 15% de intenções de voto a Aécio, atrás da presidente Dilma Rousseff (PT), que tem 37%, e de Marina, que registrou 33%. “Ainda tem tempo para a eleição. O Aécio tem um mês para fazer campanha positiva”, declarou em tom de esperança.

VALORIZAÇÃO DA PM
Cumprindo agenda de governo, Alckmin acompanhou treinamento do Baep (Batalhão de Ações Especiais da Polícia Militar), em São José dos Campos, na manhã de ontem. Após o compromisso, prometeu, se for reeleito, valorizar a carreira de policiais militares e investir em equipamentos de tecnologia à corporação nos próximos quatro anos.

“Nossa proposta para os quatro anos é valorização da carreira policial. Promovemos em abril 22 mil soldados para cabo de uma só vez. Temos em todas as viaturas computação embarcada e agora o Detecta, com câmeras de vídeo integradas com 800 alarmes diferentes (aviso de ações criminosas)”, discursou Alckmin, que pretende implantar o sistema em 55 cidades do Interior.



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Para Alckmin, voto ‘Geraldina’ é natural

Governador reconhece apoiadores dele e Marina, mas reforça que seu candidato é Aécio

Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

05/09/2014 | 07:00


Candidato à reeleição, Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou ser “natural” a popularidade do chamado voto ‘Geraldina’ – adeptos do tucano ao comando do Palácio dos Bandeirantes e da ex-senadora Marina Silva (PSB) à Presidência da República. No entanto, reforçou que votará no presidenciável Aécio Neves (PSDB).

“Primeiramente, meu candidato é o do meu partido, o Aécio Neves. Fizemos coligação com o PSB. Nosso candidato a vice é do PSB, o (deputado federal) Márcio França. Então, é natural. Para todos que são do PPS e PSB, que estão na coligação da Marina, o candidato a governador sou eu. Quem é do PSDB apoia o Aécio e quem é do PPS ou PSB apoia a Marina”, discorreu o governador.

Fatia de 43% dos eleitores de Alckmin votaria na presidenciável do PSB, Marina Silva, e apenas 26% optam pelo tucano Aécio Neves. A informação é de pesquisa do Ibope, encomendada pelo jornal o Estado de S.Paulo e Rede Globo e divulgada na terça-feira. O cenário ocorre mesmo com a posição da ex-senadora de se negar a subir em palanques tucanos, especialmente em São Paulo e no Paraná, onde há coligação de PSDB e PSB.

Efeito semelhante havia ocorrido no início da campanha eleitoral, antes da morte do presidenciável Eduardo Campos (PSB) em acidente aéreo em Santos no dia 13 de julho, quando o termo ‘Edualdo’ foi criado em referência ao voto no tucano e no socialista. O discurso de Alckmin para evitar constrangimento no PSDB e abafar o movimento foi o mesmo usado para o ‘Geraldina’: reforçar o voto no correligionário e explicar a aliança.

O governador também avaliou de forma positiva o cenário geral de 15% de intenções de voto a Aécio, atrás da presidente Dilma Rousseff (PT), que tem 37%, e de Marina, que registrou 33%. “Ainda tem tempo para a eleição. O Aécio tem um mês para fazer campanha positiva”, declarou em tom de esperança.

VALORIZAÇÃO DA PM
Cumprindo agenda de governo, Alckmin acompanhou treinamento do Baep (Batalhão de Ações Especiais da Polícia Militar), em São José dos Campos, na manhã de ontem. Após o compromisso, prometeu, se for reeleito, valorizar a carreira de policiais militares e investir em equipamentos de tecnologia à corporação nos próximos quatro anos.

“Nossa proposta para os quatro anos é valorização da carreira policial. Promovemos em abril 22 mil soldados para cabo de uma só vez. Temos em todas as viaturas computação embarcada e agora o Detecta, com câmeras de vídeo integradas com 800 alarmes diferentes (aviso de ações criminosas)”, discursou Alckmin, que pretende implantar o sistema em 55 cidades do Interior.

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