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Corte Suprema dos EUA rejeita ação contra 'O Código Da Vinci'


Da AFP

13/11/2006 | 17:08


A Corte Suprema dos Estados Unidos rejeitou nesta segunda-feira uma ação de plágio de um escritor americano contra "O Código Da Vinci" e seu autor Dan Brown, já rechaçada em primeira instância e na apelação.

O próprio Brown havia iniciado o procedimento perante um juiz federal, pedindo que se estabelecesse juridicamente que seu best-seller mundial não era um plágio de uma novela de Lewis Perdue intitulada "Daughter of God" ("A Filha de Deus"), publicada em 2000.

Perdue contra-atacou denunciando o plágio e pedindo US$ 150 milhões por danos morais. Em agosto de 2005, um juiz federal se pronunciou a favor de Brown, reconhecendo que os dois livros compartilhavam elementos comuns, embora nenhum destes elementos estivesse protegido por direitos de exclusividade. Sua decisão foi confirmada em abril por um tribunal de apelações.

"O Código Da Vinci" é protagonizado por um professor de simbologia, uma espécie de Indiana Jones que se envolve num jogo contra representantes da Opus Dei, tendo como pano de fundo sociedades secretas e símbolos ocultos.

O livro de Perdue, que se concentra numa conspiração milenária da Igreja Católica para esconder uma verdade sobre o lugar das mulheres no projeto de Deus, utiliza referências comuns, mas os personagens e a intriga são muito diferentes.

No dia 7 de abril, um juiz inglês estimou que "O Código Da Vinci" não era um plágio de "O Enigma Sagrado", uma obra de pesquisa de dois britânicos, Michael Baigent e Richard Leigh, publicada 20 anos antes.



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Corte Suprema dos EUA rejeita ação contra 'O Código Da Vinci'

Da AFP

13/11/2006 | 17:08


A Corte Suprema dos Estados Unidos rejeitou nesta segunda-feira uma ação de plágio de um escritor americano contra "O Código Da Vinci" e seu autor Dan Brown, já rechaçada em primeira instância e na apelação.

O próprio Brown havia iniciado o procedimento perante um juiz federal, pedindo que se estabelecesse juridicamente que seu best-seller mundial não era um plágio de uma novela de Lewis Perdue intitulada "Daughter of God" ("A Filha de Deus"), publicada em 2000.

Perdue contra-atacou denunciando o plágio e pedindo US$ 150 milhões por danos morais. Em agosto de 2005, um juiz federal se pronunciou a favor de Brown, reconhecendo que os dois livros compartilhavam elementos comuns, embora nenhum destes elementos estivesse protegido por direitos de exclusividade. Sua decisão foi confirmada em abril por um tribunal de apelações.

"O Código Da Vinci" é protagonizado por um professor de simbologia, uma espécie de Indiana Jones que se envolve num jogo contra representantes da Opus Dei, tendo como pano de fundo sociedades secretas e símbolos ocultos.

O livro de Perdue, que se concentra numa conspiração milenária da Igreja Católica para esconder uma verdade sobre o lugar das mulheres no projeto de Deus, utiliza referências comuns, mas os personagens e a intriga são muito diferentes.

No dia 7 de abril, um juiz inglês estimou que "O Código Da Vinci" não era um plágio de "O Enigma Sagrado", uma obra de pesquisa de dois britânicos, Michael Baigent e Richard Leigh, publicada 20 anos antes.

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