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Bloco independente quer presidir Câmara


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

03/11/2012 | 07:12


A construção de um bloco independente na Câmara de Diadema ameaça a vontade do prefeito eleito Lauro Michels (PV) de colocar José Dourado (PSDB) na presidência do Legislativo a partir de janeiro. A formação envolve vereadores eleitos de PSB, PMDB, PR e PRB, que juntos possuem oito dos 21 parlamentares para a próxima legislatura.

A estratégia foi projetada nas trincheiras do PSB. O vereador Vaguinho do Conselho (PSB) - terceiro mais votado da cidade, com 6.043 votos - começou as costuras logo após a eleição, que determinou o fim da hegemonia petista e de seus aliados no município. O socialista ligou para dirigentes partidários e os demais vereadores com intuito de fortalecer a bancada independente na Casa.

Além de Vaguinho, o bloco contaria com Célio Boi (PSB), Cida Ferreira (PMDB), Pastor João Gomes (PRB), José Zito da Silva, o Zezito (PR), Reinaldo Meira (PR), Talabi Fahel (PR) e Luiz Paulo Salgado (PR). Todos foram eleitos pela coligação Pra Diadema Ter Mais, encabeçada pelo atual prefeito Mário Reali (PT), que não se reelegeu.

O grupo contabiliza duas outras candidaturas à presidência para chegar ao comando do Legislativo. O PT definiu que pleiteará a cadeira hoje ocupada por Laércio Soares (PCdoB, que não se reelegeu) e Manoel Eduardo Marinho, o Maninho (PT), é o mais cotado para liderar essa empreitada. São seis vereadores petistas: Lilian Cabrera, Josa Queiroz, Ronaldo Lacerda, Orlando Vitoriano, Zé Antônio, além de Maninho.

Pelo lado do futuro governo, Dourado encabeçaria a chapa que tem seis votos garantidos: além de seu próprio sufrágio, contaria com apoio de Marcos Michels (PV), Lúcio Araújo (PV), Milton Capel (PV), Márcio da Farmácia (PV) e José Augusto da Silva Ramos (PSDB).

Com oito votos, a bancada independente chegaria ao comando da Casa. Embrionário, o projeto paralelo ainda não conta com adesão total de PMDB, PRB e PR, e sequer tem definido quem seria o presidente. As costuras só não se intensificaram pelo feriado de Finados.

 

ESPAÇO NO GOVERNO

As três legendas são cotadas para assumir cargos de peso no governo de Michels. A cúpula verde entende ser necessária a composição com as siglas para garantir governabilidade tranquila ao prefeito eleito na Casa.

Com quatro vereadores, o PR é favorito para ter participação ativa no mandato de Michels. Partido com dois vereadores, o PSB tenta viabilizar indicação para Secretaria de Esportes. Já o PMDB projeta continuar com boa fatia de cargos comissionados no departamento de Transportes, como está desenhado hoje.

Na gestão Reali, PMDB, PR e PSB possuem secretarias. José Francisco Alves (PMDB) é diretor-presidente da Fundação Florestan Fernandes, Pedro Soares (PR) é secretário de Assistência Social e Manoel José da Silva, o Adelson, é titular da Pasta de Segurança Alimentar.



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Bloco independente quer presidir Câmara

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

03/11/2012 | 07:12


A construção de um bloco independente na Câmara de Diadema ameaça a vontade do prefeito eleito Lauro Michels (PV) de colocar José Dourado (PSDB) na presidência do Legislativo a partir de janeiro. A formação envolve vereadores eleitos de PSB, PMDB, PR e PRB, que juntos possuem oito dos 21 parlamentares para a próxima legislatura.

A estratégia foi projetada nas trincheiras do PSB. O vereador Vaguinho do Conselho (PSB) - terceiro mais votado da cidade, com 6.043 votos - começou as costuras logo após a eleição, que determinou o fim da hegemonia petista e de seus aliados no município. O socialista ligou para dirigentes partidários e os demais vereadores com intuito de fortalecer a bancada independente na Casa.

Além de Vaguinho, o bloco contaria com Célio Boi (PSB), Cida Ferreira (PMDB), Pastor João Gomes (PRB), José Zito da Silva, o Zezito (PR), Reinaldo Meira (PR), Talabi Fahel (PR) e Luiz Paulo Salgado (PR). Todos foram eleitos pela coligação Pra Diadema Ter Mais, encabeçada pelo atual prefeito Mário Reali (PT), que não se reelegeu.

O grupo contabiliza duas outras candidaturas à presidência para chegar ao comando do Legislativo. O PT definiu que pleiteará a cadeira hoje ocupada por Laércio Soares (PCdoB, que não se reelegeu) e Manoel Eduardo Marinho, o Maninho (PT), é o mais cotado para liderar essa empreitada. São seis vereadores petistas: Lilian Cabrera, Josa Queiroz, Ronaldo Lacerda, Orlando Vitoriano, Zé Antônio, além de Maninho.

Pelo lado do futuro governo, Dourado encabeçaria a chapa que tem seis votos garantidos: além de seu próprio sufrágio, contaria com apoio de Marcos Michels (PV), Lúcio Araújo (PV), Milton Capel (PV), Márcio da Farmácia (PV) e José Augusto da Silva Ramos (PSDB).

Com oito votos, a bancada independente chegaria ao comando da Casa. Embrionário, o projeto paralelo ainda não conta com adesão total de PMDB, PRB e PR, e sequer tem definido quem seria o presidente. As costuras só não se intensificaram pelo feriado de Finados.

 

ESPAÇO NO GOVERNO

As três legendas são cotadas para assumir cargos de peso no governo de Michels. A cúpula verde entende ser necessária a composição com as siglas para garantir governabilidade tranquila ao prefeito eleito na Casa.

Com quatro vereadores, o PR é favorito para ter participação ativa no mandato de Michels. Partido com dois vereadores, o PSB tenta viabilizar indicação para Secretaria de Esportes. Já o PMDB projeta continuar com boa fatia de cargos comissionados no departamento de Transportes, como está desenhado hoje.

Na gestão Reali, PMDB, PR e PSB possuem secretarias. José Francisco Alves (PMDB) é diretor-presidente da Fundação Florestan Fernandes, Pedro Soares (PR) é secretário de Assistência Social e Manoel José da Silva, o Adelson, é titular da Pasta de Segurança Alimentar.

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