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Encontro decide destino de Zona Azul em Mauá


Matheus Adami
Do Diário do Grande ABC

29/03/2010 | 07:02


Após muita discussão na Câmara de Mauá, o projeto de terceirização do serviço de cobrança de estacionamento em vias públicas, conhecido como Zona Azul, deve ser votado amanhã pelos vereadores. A transferência do gerenciamento do serviço será feita por meio de licitação. Pelo projeto de lei, a empresa vencedora poderá explorar as vagas por até dez anos.

Para colocar ponto final nas conversas e tirar dúvidas dos parlamentares, motivo pelo qual foi adiada a primeira votação da matéria há duas semanas, os vereadores se reunirão hoje com o secretário de Governo José Luiz Cassimiro, homem-forte do Paço. "Vou conversar com eles na hora. Depende só deles para votar amanhã", afirmou o secretário.

Por mais que jogue a decisão para os vereadores, a expectativa da administração é das melhores. "O governo está otimista. Vamos conversar e ver os encaminhamentos", completou Cassimiro.

A conversa entre Legislativo e Executivo era para ter ocorrido há uma semana. No entanto, por problemas de agenda, a reunião não foi realizada. "Vamos votar e aprovar. É um projeto importante para a cidade. Vamos trabalhar para isso", discorreu o presidente da Câmara, Rogério Santana (PT).

Enviado pela Prefeitura no início de março, o projeto de lei do prefeito Oswaldo Dias (PT) vem sendo constantemente acusado pela oposição de ser meramente arrecadatório, ao passo que a base aliada considera a proposta como modernização das 114 vagas atuais. Essa, inclusive, é a justificativa do chefe do Executivo, que considera a medida uma proposta de melhoria do tráfego no município.

A possível expansão da Zona Azul, hoje restrita às áreas centrais de Mauá, é um dos fatores que vêm gerando dúvidas entre os parlamentares. A ideia da Prefeitura é disseminar os bolsões de cobrança para o Jardim Zaíra, Jardim Itapeva, Jardim Maringá e Vila Magini.

Além disso, outro mistério que ronda os vereadores é o valor. Hoje, a parada de uma hora custa R$ 1,50 e duas horas saem por R$ 2,50. No projeto enviado por Oswaldo, a eventual elevação nas quantias seria determinada pelo Paço, via decreto.

No Grande ABC, exceto Rio Grande da Serra que não possui o serviço, Mauá é a única cidade em que a Zona Azul ainda não é administrada por terceiros. No município, o serviço foi implementado em outubro de 1983, na primeira gestão do então prefeito Leonel Damo (sem partido).



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Encontro decide destino de Zona Azul em Mauá

Matheus Adami
Do Diário do Grande ABC

29/03/2010 | 07:02


Após muita discussão na Câmara de Mauá, o projeto de terceirização do serviço de cobrança de estacionamento em vias públicas, conhecido como Zona Azul, deve ser votado amanhã pelos vereadores. A transferência do gerenciamento do serviço será feita por meio de licitação. Pelo projeto de lei, a empresa vencedora poderá explorar as vagas por até dez anos.

Para colocar ponto final nas conversas e tirar dúvidas dos parlamentares, motivo pelo qual foi adiada a primeira votação da matéria há duas semanas, os vereadores se reunirão hoje com o secretário de Governo José Luiz Cassimiro, homem-forte do Paço. "Vou conversar com eles na hora. Depende só deles para votar amanhã", afirmou o secretário.

Por mais que jogue a decisão para os vereadores, a expectativa da administração é das melhores. "O governo está otimista. Vamos conversar e ver os encaminhamentos", completou Cassimiro.

A conversa entre Legislativo e Executivo era para ter ocorrido há uma semana. No entanto, por problemas de agenda, a reunião não foi realizada. "Vamos votar e aprovar. É um projeto importante para a cidade. Vamos trabalhar para isso", discorreu o presidente da Câmara, Rogério Santana (PT).

Enviado pela Prefeitura no início de março, o projeto de lei do prefeito Oswaldo Dias (PT) vem sendo constantemente acusado pela oposição de ser meramente arrecadatório, ao passo que a base aliada considera a proposta como modernização das 114 vagas atuais. Essa, inclusive, é a justificativa do chefe do Executivo, que considera a medida uma proposta de melhoria do tráfego no município.

A possível expansão da Zona Azul, hoje restrita às áreas centrais de Mauá, é um dos fatores que vêm gerando dúvidas entre os parlamentares. A ideia da Prefeitura é disseminar os bolsões de cobrança para o Jardim Zaíra, Jardim Itapeva, Jardim Maringá e Vila Magini.

Além disso, outro mistério que ronda os vereadores é o valor. Hoje, a parada de uma hora custa R$ 1,50 e duas horas saem por R$ 2,50. No projeto enviado por Oswaldo, a eventual elevação nas quantias seria determinada pelo Paço, via decreto.

No Grande ABC, exceto Rio Grande da Serra que não possui o serviço, Mauá é a única cidade em que a Zona Azul ainda não é administrada por terceiros. No município, o serviço foi implementado em outubro de 1983, na primeira gestão do então prefeito Leonel Damo (sem partido).

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