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Sem saída, FPF interrompe A-3, suspende parcialmente A-2 e busca alternativa para A-1

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Governo de Minas Gerais proíbe jogos de outros estados, mas Federação apresenta novo protocolo para manutenção de partidas durante fase emergencial


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

16/03/2021 | 10:07


Horas depois de o Ministério Público negar reversão da recomendação para suspensão das atividades esportivas coletivas durante a fase emergencial do Plano São Paulo de combate à Covid-19, a FPF (Federação Paulista de Futebol) tomou algumas decisões: paralisou até o dia 30 a Série A-3 do Estadual, suspendeu parcialmente algumas partidas da A-2, mas busca alternativas para manter as três rodadas da Série A-1 do período.

O governo de Minas Gerais publicou proibição da realização de partidas de futebol de outros estados, como medida para conter o avanço da doença, tirando uma das possibilidades da FPF para dar sequência aos jogos da elite. Na tarde desta quarta-feira, a Federação convocou reuniões com os 48 clubes das três divisões para tratar do assunto.

"A partir do anúncio da paralisação do futebol, a FPF estudou alternativas e elaborou, com base em dados científicos, um protocolo ainda mais rigoroso para proteger atletas, comissões técnicas, árbitros e os profissionais do futebol. O documento prevê a redução de 56% da quantidade de partidas disputadas no período da Fase Emergencial, com a suspensão temporária da Série A3 e parcial da Série A2 do Campeonato Paulista —a Série A1 teria seus 24 jogos realizados. Para assegurar ainda maior segurança aos profissionais, o novo protocolo criava novamente o conceito de ''''Bolha de Segurança'''', com todas as delegações testadas e isoladas em hotéis ou centros de treinamento até o fim deste período. Sem qualquer contato externo, os clubes se deslocariam apenas para os estádios (totalmente desinfetados) e retornariam para seus alojamentos, com testagens antes e depois das partidas. Além disso, o número de profissionais de operação de jogo nos estádios seria reduzido em 70%, com um esforço coletivo de comunicação para conscientizar torcedores da necessidade do isolamento social", publicou, em nota, a FPF.

" O futebol é a atividade econômica que possui um rigoroso e inédito protocolo de saúde, com testagens semanais de seus colaboradores e acompanhamento médico diário. Com a paralisação, mais de 3.000 atletas, membros de comissões técnicas e funcionários das agremiações param de ter esse controle médico. O rígido controle faz com que o futebol tenha uma taxa de positividade de 2,2% —15 vezes inferior à taxa do Estado de São Paulo e menor do que a metade do que o número recomendado pela OMS para controle da pandemia (5%). E, como a grande maioria dos atletas que contraíram COVID-19 são assintomáticos, esta testagem ativa permite identificar e isolar imediatamente o profissional, evitando a contaminação de mais pessoas", argumentou a entidade esportiva.

Desta maneira, Santo André e São Caetano, da A-1, bem como Água Santa, São Bernardo FC e EC São Bernardo, da A-2, aguardam o encontro virtual desta tarde para saber como proceder. Por ora, diferente da paralisação do futebol em 2020, ao menos os treinos coletivos estão permitidos. 



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