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Lauro promete corrigir inflação ao funcionalismo, mas ataca Sindema

Denis Maciel 31/10/16 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito diz que sindicato é político e que não precisa de entidade para lhe dizer o que fazer


Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

04/02/2017 | 07:00


O prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), prometeu conceder ao funcionalismo a correção da inflação neste ano, cujo índice ainda não foi definido oficialmente. Questionado pelo Diário sobre como será a negociação para a campanha salarial de 2017, o verde voltou a disparar contra o Sindema (Sindicato dos Servidores Públicos de Diadema).

“Nós estamos fazendo a correção para (conceder) a inflação. Para isso daí a Prefeitura sempre fez os estudos. Eu não preciso de sindicato para ficar me pressionando para dar inflação. Aliás, o sindicato de Diadema é político, para mim, o diálogo com eles nunca existiu. Sempre dialoguei, mas eles nunca me deram respeito. Eu não preciso que o sindicato venha me falar o óbvio, o que eu tenho que fazer”, atacou o verde.

O Diário mostrou na quinta-feira que os gastos do governo Lauro com a folha de pagamento em 2016 excederam o limite de alerta estabelecido pela LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal), de 48,6% da receita corrente líquida – a gestão despendeu 50,84% naquele ano, montante próximo de atingir o teto da legislação, de 54%. Se descumprido, o verde pode responder por improbidade administrativa.

Apesar do cenário, o Sindema adiantou que exigirá, ao menos, a correção da inflação do período entre março (data base da negociação) do ano passado a fevereiro deste ano. A categoria, porém, deve reivindicar ganho real, como faz todos os anos.

Em 2016, ano eleitoral, Lauro Michels concedeu 14,44%, em pagamento fracionado após ameaça de greve do funcionalismo. "Se tiver que fazer alguma discussão mais áspera para que a gente diga que não vai dar para dar (aumento) e que eu reponho depois, é uma questão de confiança. Eu provei que podem confiar em mim, que eu sou um bom gestor para pagar salários", finalizou. 



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Lauro promete corrigir inflação ao funcionalismo, mas ataca Sindema

Prefeito diz que sindicato é político e que não precisa de entidade para lhe dizer o que fazer

Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

04/02/2017 | 07:00


O prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), prometeu conceder ao funcionalismo a correção da inflação neste ano, cujo índice ainda não foi definido oficialmente. Questionado pelo Diário sobre como será a negociação para a campanha salarial de 2017, o verde voltou a disparar contra o Sindema (Sindicato dos Servidores Públicos de Diadema).

“Nós estamos fazendo a correção para (conceder) a inflação. Para isso daí a Prefeitura sempre fez os estudos. Eu não preciso de sindicato para ficar me pressionando para dar inflação. Aliás, o sindicato de Diadema é político, para mim, o diálogo com eles nunca existiu. Sempre dialoguei, mas eles nunca me deram respeito. Eu não preciso que o sindicato venha me falar o óbvio, o que eu tenho que fazer”, atacou o verde.

O Diário mostrou na quinta-feira que os gastos do governo Lauro com a folha de pagamento em 2016 excederam o limite de alerta estabelecido pela LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal), de 48,6% da receita corrente líquida – a gestão despendeu 50,84% naquele ano, montante próximo de atingir o teto da legislação, de 54%. Se descumprido, o verde pode responder por improbidade administrativa.

Apesar do cenário, o Sindema adiantou que exigirá, ao menos, a correção da inflação do período entre março (data base da negociação) do ano passado a fevereiro deste ano. A categoria, porém, deve reivindicar ganho real, como faz todos os anos.

Em 2016, ano eleitoral, Lauro Michels concedeu 14,44%, em pagamento fracionado após ameaça de greve do funcionalismo. "Se tiver que fazer alguma discussão mais áspera para que a gente diga que não vai dar para dar (aumento) e que eu reponho depois, é uma questão de confiança. Eu provei que podem confiar em mim, que eu sou um bom gestor para pagar salários", finalizou. 

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