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Marinho admite rixa
entre Padilha e Skaf

Montagem/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Coordenador da campanha de Dilma prevê
atritos nos palanques da presidente em S.Paulo


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

15/07/2014 | 07:00


O prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), admitiu ontem que as campanhas do ex-ministro Alexandre Padilha (PT) e do presidente licenciado da Fiesp, Paulo Skaf (PMDB), ambas ao governo do Estado, devem protagonizar “cotoveladas” durante a disputa eleitoral. As duas candidaturas buscam espaço num eventual segundo turno na sucessão de Geraldo Alckmin (PSDB), que concorre para renovar o mandato. “Naturalmente tem (esse acirramento). Quando alguém está (na briga) sem interlocutor com o outro se acotovela.”

O Palácio do Planalto designou função de interação no páreo. Marinho ocupa o posto de coordenador da empreitada de reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) em São Paulo. Os palanques de Skaf e Padilha, segundo e terceiro posicionados nas pesquisas de intenção de voto ao Palácio dos Bandeirantes, são colocados como essenciais no desempenho da petista.

Por conta da análise de rivalidade de ‘aliados’, a proposta fechada em Brasília é tentar minimizar prováveis atritos entre os adversários políticos. Essa postura pode evitar possível ranço no meio do processo. “Ela (Dilma) pediu para (eu) exercer esse papel (de relacionamento político) junto às candidaturas”. No âmbito nacional, o PMDB, de Skaf, compõe na chapa governista, com o cacique do partido Michel Temer no cargo de vice.

A proposta defendida ajudaria numa futura composição. No cenário atual, de acordo com o último levantamento do Datafolha, de junho, Alckmin lidera a sondagem com 44% das intenções, com tendência de crescimento do patamar em relação a pesquisas anteriores. O panorama atual, caso haja a segunda etapa do processo, indica que Skaf (com 21%) e Padilha (com 3%) lutariam entre si pela outra vaga.

Prefeitos do PT se reuniram na residência de Marinho na sexta-feira com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O almoço serviu para tratar da conjuntura eleitoral, em especial no Estado. “Ver quais são as dificuldades que a campanha tem. Foi colocado que se lidere (empreitada petista) na cidade (onde governam) e região, buscando interagir, na medida do possível, com a candidatura do Skaf”, sinalizou, ao concluir que o trabalho será de “criar condições de segundo turno, que hoje não estão dadas em São Paulo.”

SEM LICENÇA

O chefe do Executivo são-bernardense descartou ontem pedir licença do cargo para entrar na campanha presidencial. Marinho revelou ter consultado alternativas jurídicas, mas se convenceu que “não existe possibilidade” para se afastar pelo período de três meses de corrida eleitoral. “Olhei de fato e não há mecanismo no Executivo de qualquer licenciamento. A não ser a licença real, que seria de afastamento médico, só tem férias.”



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Marinho admite rixa
entre Padilha e Skaf

Coordenador da campanha de Dilma prevê
atritos nos palanques da presidente em S.Paulo

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

15/07/2014 | 07:00


O prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), admitiu ontem que as campanhas do ex-ministro Alexandre Padilha (PT) e do presidente licenciado da Fiesp, Paulo Skaf (PMDB), ambas ao governo do Estado, devem protagonizar “cotoveladas” durante a disputa eleitoral. As duas candidaturas buscam espaço num eventual segundo turno na sucessão de Geraldo Alckmin (PSDB), que concorre para renovar o mandato. “Naturalmente tem (esse acirramento). Quando alguém está (na briga) sem interlocutor com o outro se acotovela.”

O Palácio do Planalto designou função de interação no páreo. Marinho ocupa o posto de coordenador da empreitada de reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) em São Paulo. Os palanques de Skaf e Padilha, segundo e terceiro posicionados nas pesquisas de intenção de voto ao Palácio dos Bandeirantes, são colocados como essenciais no desempenho da petista.

Por conta da análise de rivalidade de ‘aliados’, a proposta fechada em Brasília é tentar minimizar prováveis atritos entre os adversários políticos. Essa postura pode evitar possível ranço no meio do processo. “Ela (Dilma) pediu para (eu) exercer esse papel (de relacionamento político) junto às candidaturas”. No âmbito nacional, o PMDB, de Skaf, compõe na chapa governista, com o cacique do partido Michel Temer no cargo de vice.

A proposta defendida ajudaria numa futura composição. No cenário atual, de acordo com o último levantamento do Datafolha, de junho, Alckmin lidera a sondagem com 44% das intenções, com tendência de crescimento do patamar em relação a pesquisas anteriores. O panorama atual, caso haja a segunda etapa do processo, indica que Skaf (com 21%) e Padilha (com 3%) lutariam entre si pela outra vaga.

Prefeitos do PT se reuniram na residência de Marinho na sexta-feira com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O almoço serviu para tratar da conjuntura eleitoral, em especial no Estado. “Ver quais são as dificuldades que a campanha tem. Foi colocado que se lidere (empreitada petista) na cidade (onde governam) e região, buscando interagir, na medida do possível, com a candidatura do Skaf”, sinalizou, ao concluir que o trabalho será de “criar condições de segundo turno, que hoje não estão dadas em São Paulo.”

SEM LICENÇA

O chefe do Executivo são-bernardense descartou ontem pedir licença do cargo para entrar na campanha presidencial. Marinho revelou ter consultado alternativas jurídicas, mas se convenceu que “não existe possibilidade” para se afastar pelo período de três meses de corrida eleitoral. “Olhei de fato e não há mecanismo no Executivo de qualquer licenciamento. A não ser a licença real, que seria de afastamento médico, só tem férias.”

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