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Policial civil é encontrado morto em favela do Guarujá

Marcelo Lepiscopo trabalhava em Diadema e estava desaparecido desde sexta-feira


Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

10/09/2014 | 07:00


O policial civil Marcelo Lepiscopo, 38 anos, foi encontrado morto no morro da Baiana no Guarujá, por volta das 15h de ontem. Ele estava desaparecido desde sexta-feira. Apesar de residir no Guarujá, o agente trabalhava na Dise (Delegacia de Investigação sobre Entorpecentes) de Diadema.

De acordo com o delegado da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo, Mitiaki Yamamoto, o corpo foi descoberto após intenso trabalho de investigação. “Ele estava usando um carro de um amigo, que foi encontrado abandonado em frente à favela. Perguntamos a alguns moradores, que disseram que haviam visto o policial acompanhado de outros homens, que provavelmente o abordaram”, disse.

O corpo de Lepiscopo estava enterrado em uma cova de 1,10 metro de profundidade, com as mãos amarradas. “Provavelmente ele foi morto a tiros, porque havia alguns projéteis ao redor. Ainda não dá para afirmar com certeza, isso só o IML (Instituto Médico-Legal) vai conseguir dizer”, explicou o delegado.

Segundo Yamamoto, ainda não é possível afirmar que a morte tenha a ver com alguma facção criminosa. “Apesar do local em que ele foi encontrado ser um ponto de venda de entorpecentes, a investigação irá apurar se há relação com o tráfico. O que também vai ser investigado é a falta dele no trabalho na sexta-feira”, afirmou.

O irmão da vítima, Fábio Lepiscoco, 33 anos, afirmou que a família pediu a ajuda da corregedoria. “Ainda não caiu a ficha do que aconteceu, estamos muito abalados. Pedimos auxílio para a corregedoria desde o desaparecimento, porque não sentimos apoio da polícia de Diadema. O velório e o enterro serão em São Paulo, mas ainda não estamos em condições de pensar nisso.”

O boletim de ocorrência foi registrado na delegacia sede do Guarujá, que ficará responsável pelas investigações. 



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Policial civil é encontrado morto em favela do Guarujá

Marcelo Lepiscopo trabalhava em Diadema e estava desaparecido desde sexta-feira

Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

10/09/2014 | 07:00


O policial civil Marcelo Lepiscopo, 38 anos, foi encontrado morto no morro da Baiana no Guarujá, por volta das 15h de ontem. Ele estava desaparecido desde sexta-feira. Apesar de residir no Guarujá, o agente trabalhava na Dise (Delegacia de Investigação sobre Entorpecentes) de Diadema.

De acordo com o delegado da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo, Mitiaki Yamamoto, o corpo foi descoberto após intenso trabalho de investigação. “Ele estava usando um carro de um amigo, que foi encontrado abandonado em frente à favela. Perguntamos a alguns moradores, que disseram que haviam visto o policial acompanhado de outros homens, que provavelmente o abordaram”, disse.

O corpo de Lepiscopo estava enterrado em uma cova de 1,10 metro de profundidade, com as mãos amarradas. “Provavelmente ele foi morto a tiros, porque havia alguns projéteis ao redor. Ainda não dá para afirmar com certeza, isso só o IML (Instituto Médico-Legal) vai conseguir dizer”, explicou o delegado.

Segundo Yamamoto, ainda não é possível afirmar que a morte tenha a ver com alguma facção criminosa. “Apesar do local em que ele foi encontrado ser um ponto de venda de entorpecentes, a investigação irá apurar se há relação com o tráfico. O que também vai ser investigado é a falta dele no trabalho na sexta-feira”, afirmou.

O irmão da vítima, Fábio Lepiscoco, 33 anos, afirmou que a família pediu a ajuda da corregedoria. “Ainda não caiu a ficha do que aconteceu, estamos muito abalados. Pedimos auxílio para a corregedoria desde o desaparecimento, porque não sentimos apoio da polícia de Diadema. O velório e o enterro serão em São Paulo, mas ainda não estamos em condições de pensar nisso.”

O boletim de ocorrência foi registrado na delegacia sede do Guarujá, que ficará responsável pelas investigações. 

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