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Operações de crédito voltam a ter cobrança dos 3% de IOF


Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

28/11/2020 | 00:04


Desde ontem, operações de crédito, como empréstimos e cheque especial, voltaram a ter a incidência da alíquota de 3% de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). O tributo estava zerado desde abril para esses tipos de operações, devido à crise desencadeada pelo novo coronavírus, medida que se estenderia até o 31 de dezembro. Porém, o governo decidiu na quarta-feira abreviar sua validade, a fim de gerar receita para compensar a isenção das contas de luz dos moradores do Amapá, que enfrentaram problemas no fornecimento de energia elétrica.

A estimativa, no entanto, é que a volta do IOF traga aos cofres públicos muito mais do que os R$ 80 milhões que serão repassados à CDE (Conta de Desenvolvimento Energético). O retorno trará R$ 2 bilhões em um mês.

O IOF cobra alíquota de 3% sobre o valor total da operação de crédito, mais 0,38% ao ano, chegando a 3,38%. Caso a operação tenha prazo inferior a um ano, o 0,38% não é cobrado. (com agências)
 



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Operações de crédito voltam a ter cobrança dos 3% de IOF

Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

28/11/2020 | 00:04


Desde ontem, operações de crédito, como empréstimos e cheque especial, voltaram a ter a incidência da alíquota de 3% de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). O tributo estava zerado desde abril para esses tipos de operações, devido à crise desencadeada pelo novo coronavírus, medida que se estenderia até o 31 de dezembro. Porém, o governo decidiu na quarta-feira abreviar sua validade, a fim de gerar receita para compensar a isenção das contas de luz dos moradores do Amapá, que enfrentaram problemas no fornecimento de energia elétrica.

A estimativa, no entanto, é que a volta do IOF traga aos cofres públicos muito mais do que os R$ 80 milhões que serão repassados à CDE (Conta de Desenvolvimento Energético). O retorno trará R$ 2 bilhões em um mês.

O IOF cobra alíquota de 3% sobre o valor total da operação de crédito, mais 0,38% ao ano, chegando a 3,38%. Caso a operação tenha prazo inferior a um ano, o 0,38% não é cobrado. (com agências)
 

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