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Eleição no Sindserv segue sem definição

Orlando Filho/DGABC: Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

12/10/2015 | 07:00


Pouco mais de duas semanas após a conclusão da eleição no Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos) de São Bernardo, as chapas adversárias seguem trocando acusações sobre supostas fraudes no resultado final. Não há definição sobre o caso.

O bloco de oposição, encabeçado por Marcelo Gonçalves Siqueira, funcionário público ligado à Secretaria de Educação, venceu a disputa interna contra a ala situacionista, liderada por Giovani Chagas, que pleiteava a reeleição na concorrência. O êxito foi por apenas 51 votos de diferença.

Na semana passada, a chapa derrotada entrou com pedido de adiamento do resultado depois de desconfiança com os números obtidos nas urnas do setor de Finanças. O grupo oposicionista ficou com prazo até sexta-feira para apresentar argumento. No entanto, o presidente eleito apontou infração da ala rival.

“Fomos apresentar nossas considerações, mas, um dia antes, ficamos cientes de uma reunião de integrantes da chapa situacionista e a comissão eleitoral. Isso é proibido. Configura violação”, explicou Siqueira.

Na quarta-feira, comissão julgadora concluirá análises das queixas entre as chapas. O líder da oposição, porém, revela apreensão com todo o episódio. “O pedido de vistas deles ao resultado foi colocado de uma maneira sem qualquer fundamento. Não deveria ter sido validado. Agora, ter feito uma reunião sem a nossa presença é, no mínimo estranho”, complementou.

Presidente da instituição até 1º dezembro, Chagas garante que a acusação do rival “não tem procedência”. Destacou que a comissão eleitoral foi eleita por assembleia no sindicato, enaltecendo idoneidade do processo eleitoral.

“Acima de tudo quero que os fatos sejam apurados. Pedido de vistas é uma situação normal. Não sei porque a chapa oposicionistas está criando tanta coisa. Entendo que a situação cabe investigação. Se nada for configurado, o resultado está mantido”, considerou.

Antes do pleito, as chapas se confrontaram juridicamente, depois de os oposicionistas protocolarem reclamação junto ao MPT (Ministério Público do Trabalho) sobre condução do processo eleitoral. 



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Eleição no Sindserv segue sem definição

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

12/10/2015 | 07:00


Pouco mais de duas semanas após a conclusão da eleição no Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos) de São Bernardo, as chapas adversárias seguem trocando acusações sobre supostas fraudes no resultado final. Não há definição sobre o caso.

O bloco de oposição, encabeçado por Marcelo Gonçalves Siqueira, funcionário público ligado à Secretaria de Educação, venceu a disputa interna contra a ala situacionista, liderada por Giovani Chagas, que pleiteava a reeleição na concorrência. O êxito foi por apenas 51 votos de diferença.

Na semana passada, a chapa derrotada entrou com pedido de adiamento do resultado depois de desconfiança com os números obtidos nas urnas do setor de Finanças. O grupo oposicionista ficou com prazo até sexta-feira para apresentar argumento. No entanto, o presidente eleito apontou infração da ala rival.

“Fomos apresentar nossas considerações, mas, um dia antes, ficamos cientes de uma reunião de integrantes da chapa situacionista e a comissão eleitoral. Isso é proibido. Configura violação”, explicou Siqueira.

Na quarta-feira, comissão julgadora concluirá análises das queixas entre as chapas. O líder da oposição, porém, revela apreensão com todo o episódio. “O pedido de vistas deles ao resultado foi colocado de uma maneira sem qualquer fundamento. Não deveria ter sido validado. Agora, ter feito uma reunião sem a nossa presença é, no mínimo estranho”, complementou.

Presidente da instituição até 1º dezembro, Chagas garante que a acusação do rival “não tem procedência”. Destacou que a comissão eleitoral foi eleita por assembleia no sindicato, enaltecendo idoneidade do processo eleitoral.

“Acima de tudo quero que os fatos sejam apurados. Pedido de vistas é uma situação normal. Não sei porque a chapa oposicionistas está criando tanta coisa. Entendo que a situação cabe investigação. Se nada for configurado, o resultado está mantido”, considerou.

Antes do pleito, as chapas se confrontaram juridicamente, depois de os oposicionistas protocolarem reclamação junto ao MPT (Ministério Público do Trabalho) sobre condução do processo eleitoral. 

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