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Aidar promete gestão descentralizada no São Paulo



18/04/2014 | 07:00


Eleito presidente apoiado pelo grupo de Juvenal Juvêncio, Carlos Miguel Aidar possivelmente será um dos presidentes de situação com maior abertura às ideias da oposição. Ao menos no discurso, o novo homem forte do clube tem pontuado a necessidade de uma série de alterações em pontos que o antecessor via como vitrines para que o clube volte a brigar por títulos e se modernize.

A primeira delas é a administração do CT de Cotia, destinado às categorias de base. Aidar já manifestou o desejo de transformar o local numa unidade autônoma de negócios para aumentar o lucro do clube com a negociação de jovens e aumentar a produção de talentos para o time principal. Ele pretende debruçar-se sobre o tema para entender sua forma de funcionamento e corrigir a deficiente transição da base para o profissional. "O ideal seria formar o time inteiro na base, mas se não der vamos contratar", disse o presidente, que também quer resgatar a equipe de aspirantes.

Já no elenco principal o único a ter cadeira cativa com o novo chefe é Muricy Ramalho. Aidar entende que é necessário arejar o ambiente da Barra Funda e estuda cuidadosamente o que fazer com jogadores e membros da comissão técnica. Milton Cruz, intocável na época de Juvenal, não goza do mesmo prestígio com Aidar. Gustavo Vieira de Oliveira, gerente executivo, ganhou muitos pontos e deve ficar. O novo presidente gostou bastante das referências recebidas e possivelmente não mexerá nesse ponto. Aidar também quer dividir o futebol em quatro pastas: profissional, base, relações internacionais e comercial.

Descentralização deve ser uma palavra bastante ouvida de agora em diante. O perfil do novo comandante do São Paulo é oposto ao do antecessor, totalmente personalista na administração. Aidar já encomendou estudos sobre modelos de gestão com quatro das maiores consultorias do país e pretende adotar um deles. A ideia é delegar cargos e agilizar as tomadas de decisão em todos os departamentos.

"Tenho ideia de constituir uma diretoria comercial, uma de feminina que será ocupada pela Mara Casares. Só posso adiantar um nome que é o do Roberto Natel para vice-presidente geral. O restante, estou conversando", afirmou Aidar. Ataíde Gil Guerreiro deve ser o vice de futebol, mas o presidente quer que essa função tenha caráter mais executivo.

ELENCO - Aidar admite que o elenco profissional ainda não é o dos seus sonhos, mas vê um bom caminho traçado. O presidente, no entanto, espera reforçar o plantel e ainda não está totalmente confiante com o futuro de Alexandre Pato no Morumbi. Apesar de não negar a qualidade técnica do jogador, ele tem receio sobre a inconstância do atacante. Se agradar, manterá o plano de comprá-lo do Corinthians como foi revelado pela reportagem na semana passada.

O presidente vê necessidade de um zagueiro para atuar ao lado de Rodrigo Caio e pelo menos uma sombra para Ganso e Luis Fabiano. Não à toa o clube tenta comprar Lucas Pratto, do Vélez, após a participação dos argentinos na Libertadores.

"Uma vantagem que temos sobre todos os demais clubes é que o jogador gosta de vir para o São Paulo. O São Paulo paga em dia, não atrasa nada. Os alojamentos parecem hotéis cinco estrelas. Trata do jogador e da sua família, ajuda numa internação, cuida do dente do atleta, dá auxílio na locação do imóvel, cuida para o jogador não gastar seu dinheiro de forma errada...ninguém mais faz isso", diz.



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Aidar promete gestão descentralizada no São Paulo


18/04/2014 | 07:00


Eleito presidente apoiado pelo grupo de Juvenal Juvêncio, Carlos Miguel Aidar possivelmente será um dos presidentes de situação com maior abertura às ideias da oposição. Ao menos no discurso, o novo homem forte do clube tem pontuado a necessidade de uma série de alterações em pontos que o antecessor via como vitrines para que o clube volte a brigar por títulos e se modernize.

A primeira delas é a administração do CT de Cotia, destinado às categorias de base. Aidar já manifestou o desejo de transformar o local numa unidade autônoma de negócios para aumentar o lucro do clube com a negociação de jovens e aumentar a produção de talentos para o time principal. Ele pretende debruçar-se sobre o tema para entender sua forma de funcionamento e corrigir a deficiente transição da base para o profissional. "O ideal seria formar o time inteiro na base, mas se não der vamos contratar", disse o presidente, que também quer resgatar a equipe de aspirantes.

Já no elenco principal o único a ter cadeira cativa com o novo chefe é Muricy Ramalho. Aidar entende que é necessário arejar o ambiente da Barra Funda e estuda cuidadosamente o que fazer com jogadores e membros da comissão técnica. Milton Cruz, intocável na época de Juvenal, não goza do mesmo prestígio com Aidar. Gustavo Vieira de Oliveira, gerente executivo, ganhou muitos pontos e deve ficar. O novo presidente gostou bastante das referências recebidas e possivelmente não mexerá nesse ponto. Aidar também quer dividir o futebol em quatro pastas: profissional, base, relações internacionais e comercial.

Descentralização deve ser uma palavra bastante ouvida de agora em diante. O perfil do novo comandante do São Paulo é oposto ao do antecessor, totalmente personalista na administração. Aidar já encomendou estudos sobre modelos de gestão com quatro das maiores consultorias do país e pretende adotar um deles. A ideia é delegar cargos e agilizar as tomadas de decisão em todos os departamentos.

"Tenho ideia de constituir uma diretoria comercial, uma de feminina que será ocupada pela Mara Casares. Só posso adiantar um nome que é o do Roberto Natel para vice-presidente geral. O restante, estou conversando", afirmou Aidar. Ataíde Gil Guerreiro deve ser o vice de futebol, mas o presidente quer que essa função tenha caráter mais executivo.

ELENCO - Aidar admite que o elenco profissional ainda não é o dos seus sonhos, mas vê um bom caminho traçado. O presidente, no entanto, espera reforçar o plantel e ainda não está totalmente confiante com o futuro de Alexandre Pato no Morumbi. Apesar de não negar a qualidade técnica do jogador, ele tem receio sobre a inconstância do atacante. Se agradar, manterá o plano de comprá-lo do Corinthians como foi revelado pela reportagem na semana passada.

O presidente vê necessidade de um zagueiro para atuar ao lado de Rodrigo Caio e pelo menos uma sombra para Ganso e Luis Fabiano. Não à toa o clube tenta comprar Lucas Pratto, do Vélez, após a participação dos argentinos na Libertadores.

"Uma vantagem que temos sobre todos os demais clubes é que o jogador gosta de vir para o São Paulo. O São Paulo paga em dia, não atrasa nada. Os alojamentos parecem hotéis cinco estrelas. Trata do jogador e da sua família, ajuda numa internação, cuida do dente do atleta, dá auxílio na locação do imóvel, cuida para o jogador não gastar seu dinheiro de forma errada...ninguém mais faz isso", diz.

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