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Delegado que prendeu Duda Mendonça é afastado da PF



21/12/2004 | 00:35


 Responsável pela prisão do publicitário Duda Mendonça há dois meses, numa rinha de galos, o delegado Antônio Rayol foi afastado nesta segunda do comando da Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente da Superintendência da PF (Polícia Federal) no Rio. Dos agentes que participaram da operação, realizada em 21 de outubro, no Clube Privê Cinco Estrelas, dois tinham sido transferidos há um mês para outras delegacias.

“Nunca vi isso, em 27 anos de PF. Não fui avisado; soube pelo colegas, que leram a decisão num boletim interno. Recebi com surpresa e estranheza. Muitas coisas estão acontecendo desde a prisão, mas não posso tirar conclusões”, declarou. “Não aconteceu nada que justifique o afastamento. Se há problema político, eu desconheço.”

Duda Mendonça foi preso a nove dias do segundo turno das eleições municipais – ele comandava a campanha à reeleição da prefeita de São Paulo, Marta Suplicy (PT). Na semana passada, o MP (Ministério Público) apresentou uma denúncia à Justiça contra Duda Mendonça e mais cinco acusados que participavam da rinha, entre eles, o vereador Jorge Babu (PT), da capital fluminense, todos denunciados por formação de quadrilha e maus-tratos a animais.

Rayol chefiou quase todas as delegacias da Superintendência da PF no Rio e afirmou que nunca ficou menos de dois anos nos cargos.

Estava havia quatro meses na de Meio Ambiente. Antes, chefiou a Delegacia de Repressão a Entorpecentes por dois anos. No fim de novembro, os policiais Luís Amado e Marcelo Guimarães, que assinaram o flagrante da prisão do publicitário, receberam uma proposta da superintendência para trabalhar no interior do Estado, mas foram transferidos para outras delegacias da capital.

Na ocasião, o fato foi criticado pelo Sindicato dos Policiais Federais, que considerou “represália” a decisão de transferir os agentes.

Duda Mendonça ficou cerca de 20 horas detido na Superintendência da PF no Rio. Ele e os outros acusados pagaram fiança individual de R$ 1 mil.



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Delegado que prendeu Duda Mendonça é afastado da PF


21/12/2004 | 00:35


 Responsável pela prisão do publicitário Duda Mendonça há dois meses, numa rinha de galos, o delegado Antônio Rayol foi afastado nesta segunda do comando da Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente da Superintendência da PF (Polícia Federal) no Rio. Dos agentes que participaram da operação, realizada em 21 de outubro, no Clube Privê Cinco Estrelas, dois tinham sido transferidos há um mês para outras delegacias.

“Nunca vi isso, em 27 anos de PF. Não fui avisado; soube pelo colegas, que leram a decisão num boletim interno. Recebi com surpresa e estranheza. Muitas coisas estão acontecendo desde a prisão, mas não posso tirar conclusões”, declarou. “Não aconteceu nada que justifique o afastamento. Se há problema político, eu desconheço.”

Duda Mendonça foi preso a nove dias do segundo turno das eleições municipais – ele comandava a campanha à reeleição da prefeita de São Paulo, Marta Suplicy (PT). Na semana passada, o MP (Ministério Público) apresentou uma denúncia à Justiça contra Duda Mendonça e mais cinco acusados que participavam da rinha, entre eles, o vereador Jorge Babu (PT), da capital fluminense, todos denunciados por formação de quadrilha e maus-tratos a animais.

Rayol chefiou quase todas as delegacias da Superintendência da PF no Rio e afirmou que nunca ficou menos de dois anos nos cargos.

Estava havia quatro meses na de Meio Ambiente. Antes, chefiou a Delegacia de Repressão a Entorpecentes por dois anos. No fim de novembro, os policiais Luís Amado e Marcelo Guimarães, que assinaram o flagrante da prisão do publicitário, receberam uma proposta da superintendência para trabalhar no interior do Estado, mas foram transferidos para outras delegacias da capital.

Na ocasião, o fato foi criticado pelo Sindicato dos Policiais Federais, que considerou “represália” a decisão de transferir os agentes.

Duda Mendonça ficou cerca de 20 horas detido na Superintendência da PF no Rio. Ele e os outros acusados pagaram fiança individual de R$ 1 mil.

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