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Paz e aconchego em Gonçalves


Luciele Velluto
Enviada a Gonçalves

29/06/2006 | 09:30


Natureza. Frio. Aconchego. Paz. Estas são algumas palavras que tentam definir alguns atrativos da cidade de Gonçalves, na parte mineira da Serra da Mantiqueira, a 1.350 m de altitude. A vista de qualquer lugar da cidade é sempre exuberante, seja no alto de algum morro ou no vale em que fica o Centro da cidade. Quem gosta de frio e, ao mesmo tempo, de calor humano, já achou seu destino. E pertinho: 190 km da capital paulista.

Além dos mares de morros que circundam a cidade, o lugar esconde inúmeras cachoeiras, pedras e um clima de zona rural muito amistoso em meio às araucárias. Com 4 mil habitantes, não há como não gostar da tranqüilidade de seus moradores, típicas pessoas de interior, aquelas mesmas que gostam de ficar à janela de casa observando o movimento das ruas e quando alguém cumprimenta respondem amigavelmente.

À noite, se agasalhe, pois desde abril há geada todas as madrugadas. Para quem nunca viu, vale sair da cama de manhã enrolado no cobertor e pelo menos olhar pela janela a grama toda branquinha. Na cidade já foram registrados -7°C e há quem diga que já nevou! Mas fique tranqüilo, porque de dia o sol é agradável e aquece os inúmeros passeios na região.

Na temporada de inverno, Gonçalves recebe 10 mil turistas, algumas famílias, mas a maioria é de casais que buscam um final de semana romântico na serra. As pousadas ficam quase todas na zona rural da cidade, assim como os bons restaurantes, onde se come divinamente bem.

Neste período, as quermesses são um dos atrativos. Cada final de semana acontece em uma escola de um bairro diferente. E não pense que é um programa chato: vale a pena conhecer as festas juninas e julinas da cidade mineira, onde a comida é farta e o agito é tradicional.

A parte central da cidade é toda pavimentada. Já as ruas que seguem para os bairros são de terra, porém em ótimo estado. Só não se importe com a poeira. Mesmo assim, é quase impossível se perder, pois todas as bifurcações da cidade têm inúmeras placas de pousadas, restaurantes e atrações turísticas. E se precisar pedir informação a alguém, não se espante se ela entrar no carro para levá-lo até lá, por pura gentileza mesmo.

Passeios - Por cada estrada que se passa em Gonçalves é possível ver uma paisagem mais bonita que a outra, além do barulho das cachoeiras e nascentes d'água. De carro, é possível chegar à cachoeira do Simão tranqüilamente, com uma bela queda e piscina natural (só pode ser aproveitada no verão, pois a partir de abril a água fica realmente muito gelada). Outra cachoeira que vale a pena pelo visual é a do Retiro, a 300 m de caminhada da estrada principal e que pode ser vista tanto da parte de cima como de baixo.

Os picos mais altos da cidade são um belo atrativo para quem quer ver belas paisagens, porém, em sua maioria, é necessário fazer caminhada por trilhas. A pedra de São Domingos, com 2.050 m de altitude, tem uma vista sem obstáculos para qualquer lado que se olhe. Ainda há a pedra do Forno (1.970m) e a pedra Chanfrada. Mas a mais alta é a pedra Bonita, a uma altitude de 2.120 m, com possibilidade de ver até a Serra do Mar. Para este passeio, é recomendável ir com guia, pois o caminho de mata é uma verdadeira aula de geografia e meio ambiente.

História – O nome Gonçalves foi herdado do sobrenome de três colonos que viviam na região por volta de 1878. O povoado começou a partir da capela Nossa Senhora das Dores, que, depois de uma briga de família de fazendeiros da região, foi transferida para as margens do rio Capivari, onde se encontravam os moradores que dariam o nome à cidade. (A jornalista viajou a convite da Associação dos Hoteleiros, Pousadas e Restaurantes de Gonçalves)



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Paz e aconchego em Gonçalves

Luciele Velluto
Enviada a Gonçalves

29/06/2006 | 09:30


Natureza. Frio. Aconchego. Paz. Estas são algumas palavras que tentam definir alguns atrativos da cidade de Gonçalves, na parte mineira da Serra da Mantiqueira, a 1.350 m de altitude. A vista de qualquer lugar da cidade é sempre exuberante, seja no alto de algum morro ou no vale em que fica o Centro da cidade. Quem gosta de frio e, ao mesmo tempo, de calor humano, já achou seu destino. E pertinho: 190 km da capital paulista.

Além dos mares de morros que circundam a cidade, o lugar esconde inúmeras cachoeiras, pedras e um clima de zona rural muito amistoso em meio às araucárias. Com 4 mil habitantes, não há como não gostar da tranqüilidade de seus moradores, típicas pessoas de interior, aquelas mesmas que gostam de ficar à janela de casa observando o movimento das ruas e quando alguém cumprimenta respondem amigavelmente.

À noite, se agasalhe, pois desde abril há geada todas as madrugadas. Para quem nunca viu, vale sair da cama de manhã enrolado no cobertor e pelo menos olhar pela janela a grama toda branquinha. Na cidade já foram registrados -7°C e há quem diga que já nevou! Mas fique tranqüilo, porque de dia o sol é agradável e aquece os inúmeros passeios na região.

Na temporada de inverno, Gonçalves recebe 10 mil turistas, algumas famílias, mas a maioria é de casais que buscam um final de semana romântico na serra. As pousadas ficam quase todas na zona rural da cidade, assim como os bons restaurantes, onde se come divinamente bem.

Neste período, as quermesses são um dos atrativos. Cada final de semana acontece em uma escola de um bairro diferente. E não pense que é um programa chato: vale a pena conhecer as festas juninas e julinas da cidade mineira, onde a comida é farta e o agito é tradicional.

A parte central da cidade é toda pavimentada. Já as ruas que seguem para os bairros são de terra, porém em ótimo estado. Só não se importe com a poeira. Mesmo assim, é quase impossível se perder, pois todas as bifurcações da cidade têm inúmeras placas de pousadas, restaurantes e atrações turísticas. E se precisar pedir informação a alguém, não se espante se ela entrar no carro para levá-lo até lá, por pura gentileza mesmo.

Passeios - Por cada estrada que se passa em Gonçalves é possível ver uma paisagem mais bonita que a outra, além do barulho das cachoeiras e nascentes d'água. De carro, é possível chegar à cachoeira do Simão tranqüilamente, com uma bela queda e piscina natural (só pode ser aproveitada no verão, pois a partir de abril a água fica realmente muito gelada). Outra cachoeira que vale a pena pelo visual é a do Retiro, a 300 m de caminhada da estrada principal e que pode ser vista tanto da parte de cima como de baixo.

Os picos mais altos da cidade são um belo atrativo para quem quer ver belas paisagens, porém, em sua maioria, é necessário fazer caminhada por trilhas. A pedra de São Domingos, com 2.050 m de altitude, tem uma vista sem obstáculos para qualquer lado que se olhe. Ainda há a pedra do Forno (1.970m) e a pedra Chanfrada. Mas a mais alta é a pedra Bonita, a uma altitude de 2.120 m, com possibilidade de ver até a Serra do Mar. Para este passeio, é recomendável ir com guia, pois o caminho de mata é uma verdadeira aula de geografia e meio ambiente.

História – O nome Gonçalves foi herdado do sobrenome de três colonos que viviam na região por volta de 1878. O povoado começou a partir da capela Nossa Senhora das Dores, que, depois de uma briga de família de fazendeiros da região, foi transferida para as margens do rio Capivari, onde se encontravam os moradores que dariam o nome à cidade. (A jornalista viajou a convite da Associação dos Hoteleiros, Pousadas e Restaurantes de Gonçalves)

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