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Chuva é sinal de alerta no trânsito

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Nilton Valentim
Do Diário do Grande ABC

09/01/2020 | 06:37


No período entre janeiro e março são comuns as chuvas fortes e o alagamento das ruas e avenidas. No Grande ABC, são vários os pontos em que a água cobre o asfalto, gerando prejuízos e colocando a vida de motoristas e pedestres em risco. Muitas vezes não há como evitar o problema. Entretanto, há algumas medidas que podem ser tomadas para minimizar os danos.
“Não é aconselhável enfrentar uma área alagada, se o condutor precisar atravessar, é imprescindível que fique com a primeira marcha engatada o tempo todo ou acelere pouco em modelos automáticos, para evitar a entrada de água no interior do motor durante o trajeto”, afirma Emerson Feliciano, gerente sênior de pesquisa e desenvolvimento do Cesvi Brasil.
Uma das dicas do especialista para o período é realizar a manutenção preventiva do veículo, verificando itens como pneus e palhetas do limpador de para-brisa. Além de conferir o sistema de iluminação do veículo, em especial setas, faróis e luzes de freio.
Se for pego de surpresa pelo temporal, a primeira coisa a ser lembrada é acender os faróis, mas não ligar o pisca-alerta. A Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) explica que o dispositivo só deve ser acionado com o veículo parado, em uma área segura.
Se entrou na enchente, é preciso manter a velocidade baixa em primeira marcha, já que essa ação diminui a variação do nível de água. “Para os carros automáticos, a dica é deixar o câmbio na posição ‘1’ ou ‘L’, caso não haja opções de trocas manuais, pois assim a central vai manter a marcha constante”, diz Feliciano. É recomendável também não seguir o caminho de ônibus e caminhões. A travessia de veículos pesados pode abaixar a água por um momento, mas as ondas provocadas por eles podem encobrir carros menores e aumenta a probabilidade de acidente.
Se o carro morrer na água, o importante é não dar a partida novamente. Isso vai forçar o motor e pode piorar ainda mais a parte elétrica. “Além disso, pode causar o calço hidráulico, que nada mais é do que um dano pela entrada de água no cilindro do motor”, diz Feliciano.
Passado o susto, é preciso verificar os danos. Trocar o óleo do motor e do câmbio, além de componentes elétricos e freios.
 



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