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Presidente da Casa Ronald encerra mandato com ampliação do serviço

Unidade de Sto.André aumentou o número de atendidos em três anos


Vanessa de Oliveira
Do Diário do Grande ABC

12/12/2015 | 07:00


A placa fixada na parede, avistada logo que se entra na Casa Ronald McDonald, em Santo André, diz: “...um lugar de dedicação e amor”. Essa descrição traduz a passagem de Jaime Guedes de Souza pela presidência do espaço, cargo exercido desde 2012 e que agora passará ao vice-presidente, Nelson Tadeu Pasotti Pereira.

A Casa Ronald acolhe crianças e adolescentes que lutam contra o câncer, oferecendo gratuitamente a elas e suas famílias hospedagem, alimentação, transporte para o local de tratamento e assistência psicossocial.

Assim que iniciou o trabalho, três anos atrás, Souza percebeu que a entidade poderia receber mais famílias que as dez que atendia. O presidente viu, então, que as casas instaladas em outras cidades tinham parceria com hospitais de referência no tratamento de câncer infantojuvenil. “Como o Hospital Estadual Mário Covas é o mais perto da casa, fizemos a aproximação com ele”, lembrou Souza.

O segundo passo veio com o apoio da Tucca (Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer), parceira do Hospital Santa Marcelina, em Itaquera, na Capital, que se responsabilizou por receber as crianças identificadas com câncer no Mário Covas e que não poderiam ser atendidas no Grande ABC, além de auxiliar na capacitação do corpo médico da unidade de Saúde andreense. Os pacientes de ambos começaram a ser encaminhados à casa, que hoje atende 23 famílias.

Diante do crescimento gradativo, o espaço precisou ser ampliado. “A parte administrativa ocupava o segundo andar. Transferimos o departamento para o térreo e lá fizemos 12 quartos, totalizando 23 e passando a recepcionar uma família por unidade”, conta. Uma capela e um cineminha também foram criados.

Manter o serviço com o máximo de qualidade custa caro: R$ 100 mil por mês. O recurso vem da ação McDia Feliz, com a venda do sanduíche Big Mac; dos produtos vendidos no Bazar (localizado na sede da Casa Ronald) e de doações.

O trabalho dos últimos anos foi árduo e é reconhecido pelas crianças, que correm para abraçá-lo assim que o veem. “Saio daqui feliz por ter feito ações que tornaram a casa mais aconchegante e afetiva. Missão cumprida.”

Quem quiser conhecer a Casa Ronald McDonald e contribuir com o serviço pode ter mais informações pelo telefone 4992-1440.



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Presidente da Casa Ronald encerra mandato com ampliação do serviço

Unidade de Sto.André aumentou o número de atendidos em três anos

Vanessa de Oliveira
Do Diário do Grande ABC

12/12/2015 | 07:00


A placa fixada na parede, avistada logo que se entra na Casa Ronald McDonald, em Santo André, diz: “...um lugar de dedicação e amor”. Essa descrição traduz a passagem de Jaime Guedes de Souza pela presidência do espaço, cargo exercido desde 2012 e que agora passará ao vice-presidente, Nelson Tadeu Pasotti Pereira.

A Casa Ronald acolhe crianças e adolescentes que lutam contra o câncer, oferecendo gratuitamente a elas e suas famílias hospedagem, alimentação, transporte para o local de tratamento e assistência psicossocial.

Assim que iniciou o trabalho, três anos atrás, Souza percebeu que a entidade poderia receber mais famílias que as dez que atendia. O presidente viu, então, que as casas instaladas em outras cidades tinham parceria com hospitais de referência no tratamento de câncer infantojuvenil. “Como o Hospital Estadual Mário Covas é o mais perto da casa, fizemos a aproximação com ele”, lembrou Souza.

O segundo passo veio com o apoio da Tucca (Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer), parceira do Hospital Santa Marcelina, em Itaquera, na Capital, que se responsabilizou por receber as crianças identificadas com câncer no Mário Covas e que não poderiam ser atendidas no Grande ABC, além de auxiliar na capacitação do corpo médico da unidade de Saúde andreense. Os pacientes de ambos começaram a ser encaminhados à casa, que hoje atende 23 famílias.

Diante do crescimento gradativo, o espaço precisou ser ampliado. “A parte administrativa ocupava o segundo andar. Transferimos o departamento para o térreo e lá fizemos 12 quartos, totalizando 23 e passando a recepcionar uma família por unidade”, conta. Uma capela e um cineminha também foram criados.

Manter o serviço com o máximo de qualidade custa caro: R$ 100 mil por mês. O recurso vem da ação McDia Feliz, com a venda do sanduíche Big Mac; dos produtos vendidos no Bazar (localizado na sede da Casa Ronald) e de doações.

O trabalho dos últimos anos foi árduo e é reconhecido pelas crianças, que correm para abraçá-lo assim que o veem. “Saio daqui feliz por ter feito ações que tornaram a casa mais aconchegante e afetiva. Missão cumprida.”

Quem quiser conhecer a Casa Ronald McDonald e contribuir com o serviço pode ter mais informações pelo telefone 4992-1440.

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