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Sargento Juliano deixa superintendência do Serviço Funerário

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Dorival Filho substitui ex-vereador, que se junta a outros caciques fora do 1º escalão de Santo André


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

17/01/2021 | 00:42


O ex-vereador Sargento Juliano (PSB) deixou a superintendência do Serviço Funerário de Santo André. Em publicação nos Atos Oficiais do município, o governo Paulo Serra (PSDB) formalizou a entrada de Dorival Rodrigues Filho, que exerceu o posto durante hiato de licença do político em decorrência da pandemia de coronavírus. De acordo com a portaria publicada pelo Paço, Juliano, a princípio, vai ocupar o cargo de assistente de diretor na área. Ele esteve à frente da pasta desde 2017, no começo da gestão tucana, e se junta a outros caciques fora do primeiro escalão.

Juliano, 70 anos, ficou afastado no período de crise sanitária, assim como outros servidores públicos com mais de 60 anos, por pertencer ao denominado grupo de risco para agravamento da Covid-19. O comando do Serviço Funerário foi um dos poucos setores daqueles considerados de alto escalão que não integrou anúncio sobre segundo mandato. Ex-parlamentar, José de Araújo (PSD), também inserido no grupo, entrou na lista do novo secretariado. Aliás, o pessedista é exceção do bloco a permanecer no posto – irá cumprir atribuição à frente da Unidade de Articulação Política, cabendo a ele a interlocução do Paço com a Câmara.

Neste rol do grupo de risco entre os titulares do primeiro escalão, a ex-vice-prefeita Dinah Zekcer (PTB) também não retornou ao cargo de secretária de Educação. No caso dela, depois de passar por processo de fritura, acentuado pela saída do dirigente Campos Machado das fileiras petebistas, foi substituída em definitivo por Cleide Bochixio, sonho de consumo do Paço. Outras figuras que perderam a cadeira foram Ajan Marques, então na chefia de Mobilidade Urbana – agora na coordenação da UGP (Unidade de Gerenciamento de Projetos) –, e José Bittencourt, ex-superintendente do Instituto de Previdência, que será assessor de gabinete.

Sargento reformado da Polícia Militar, Juliano acumula cinco mandatos consecutivos na Câmara e colecionou votações expressivas na cidade. Em sua última disputa eleitoral, de 2016, já pelo PSB, contudo, teve a candidatura barrada pela Justiça Eleitoral.

No contexto do serviço funerário, o governo sinaliza intenção de avançar proposta de terceirização de cemitérios municipais, em projeto semelhante ao viabilizado pela prefeitura de São Paulo, com Bruno Covas (PSDB). Na Capital, a concessão deve ter vigência de 35 anos e pode significar aporte de R$ 1,7 bilhão, incluindo outorga e investimentos.

Juliano não foi localizado para comentar o assunto. Procurado, o Paço não se manifestou sobre a situação. 



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Sargento Juliano deixa superintendência do Serviço Funerário

Dorival Filho substitui ex-vereador, que se junta a outros caciques fora do 1º escalão de Santo André

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

17/01/2021 | 00:42


O ex-vereador Sargento Juliano (PSB) deixou a superintendência do Serviço Funerário de Santo André. Em publicação nos Atos Oficiais do município, o governo Paulo Serra (PSDB) formalizou a entrada de Dorival Rodrigues Filho, que exerceu o posto durante hiato de licença do político em decorrência da pandemia de coronavírus. De acordo com a portaria publicada pelo Paço, Juliano, a princípio, vai ocupar o cargo de assistente de diretor na área. Ele esteve à frente da pasta desde 2017, no começo da gestão tucana, e se junta a outros caciques fora do primeiro escalão.

Juliano, 70 anos, ficou afastado no período de crise sanitária, assim como outros servidores públicos com mais de 60 anos, por pertencer ao denominado grupo de risco para agravamento da Covid-19. O comando do Serviço Funerário foi um dos poucos setores daqueles considerados de alto escalão que não integrou anúncio sobre segundo mandato. Ex-parlamentar, José de Araújo (PSD), também inserido no grupo, entrou na lista do novo secretariado. Aliás, o pessedista é exceção do bloco a permanecer no posto – irá cumprir atribuição à frente da Unidade de Articulação Política, cabendo a ele a interlocução do Paço com a Câmara.

Neste rol do grupo de risco entre os titulares do primeiro escalão, a ex-vice-prefeita Dinah Zekcer (PTB) também não retornou ao cargo de secretária de Educação. No caso dela, depois de passar por processo de fritura, acentuado pela saída do dirigente Campos Machado das fileiras petebistas, foi substituída em definitivo por Cleide Bochixio, sonho de consumo do Paço. Outras figuras que perderam a cadeira foram Ajan Marques, então na chefia de Mobilidade Urbana – agora na coordenação da UGP (Unidade de Gerenciamento de Projetos) –, e José Bittencourt, ex-superintendente do Instituto de Previdência, que será assessor de gabinete.

Sargento reformado da Polícia Militar, Juliano acumula cinco mandatos consecutivos na Câmara e colecionou votações expressivas na cidade. Em sua última disputa eleitoral, de 2016, já pelo PSB, contudo, teve a candidatura barrada pela Justiça Eleitoral.

No contexto do serviço funerário, o governo sinaliza intenção de avançar proposta de terceirização de cemitérios municipais, em projeto semelhante ao viabilizado pela prefeitura de São Paulo, com Bruno Covas (PSDB). Na Capital, a concessão deve ter vigência de 35 anos e pode significar aporte de R$ 1,7 bilhão, incluindo outorga e investimentos.

Juliano não foi localizado para comentar o assunto. Procurado, o Paço não se manifestou sobre a situação. 

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