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Partido que apóia Musharraf considera adiamento das eleições


Da AFP

30/12/2007 | 11:39


Adiar por um período de até três meses as eleições programadas para 8 de janeiro no Paquistão é uma opção "realista", declarou neste domingo o porta-voz do partido que respalda o presidente Pervez Musharraf, depois do assassinato na quinta-feira da líder da oposição Benazir Bhutto.

A Liga Muçulmana do Paquistão-Qaid (PML-Q), pilar da coalizão que é a base de apoio do chefe de Estado, "suspendeu sua campanha por causa da situação" desde a morte de Bhutto em um atentado suicida, anunciou Tariq Azim, ex-ministro e porta-voz do movimento.

"Um adiamento das eleições de 10 a 12 semanas é uma opção realista", acrescentou.

Oposição-  O ex-primeiro-ministro paquistanês Nawaz Sharif, principal líder da oposição no país depois do assassinato de Benazir Bhutto, afirmou que aceita rever a decisão de boicotar as eleições legislativas de 8 de janeiro se o partido da falecida ex-premiê decidir participar do pleito.

"Se o PPP decidir participar das eleições, então revisaremos nossa decisão de boicotá-las, anunciada quinta-feira por Sharif", afirmou o porta-voz do dirigente, Ahsan Iqbal.



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Partido que apóia Musharraf considera adiamento das eleições

Da AFP

30/12/2007 | 11:39


Adiar por um período de até três meses as eleições programadas para 8 de janeiro no Paquistão é uma opção "realista", declarou neste domingo o porta-voz do partido que respalda o presidente Pervez Musharraf, depois do assassinato na quinta-feira da líder da oposição Benazir Bhutto.

A Liga Muçulmana do Paquistão-Qaid (PML-Q), pilar da coalizão que é a base de apoio do chefe de Estado, "suspendeu sua campanha por causa da situação" desde a morte de Bhutto em um atentado suicida, anunciou Tariq Azim, ex-ministro e porta-voz do movimento.

"Um adiamento das eleições de 10 a 12 semanas é uma opção realista", acrescentou.

Oposição-  O ex-primeiro-ministro paquistanês Nawaz Sharif, principal líder da oposição no país depois do assassinato de Benazir Bhutto, afirmou que aceita rever a decisão de boicotar as eleições legislativas de 8 de janeiro se o partido da falecida ex-premiê decidir participar do pleito.

"Se o PPP decidir participar das eleições, então revisaremos nossa decisão de boicotá-las, anunciada quinta-feira por Sharif", afirmou o porta-voz do dirigente, Ahsan Iqbal.

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