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Trânsito complica chegada a cemitérios


Angela Martins
Do Diário do Grande ABC

03/11/2011 | 07:00


Os motoristas enfrentaram trânsito congestionado para chegar a alguns dos cemitérios da região, ontem. Pela manhã, o tráfego estava parado três quilômetros antes da entrada do Cemitério Jardim Vale da Paz, no bairro Eldorado, em Diadema. Agentes de trânsito monitoravam a Estrada dos Alvarenga, que dá acesso ao espaço, mas o motorista precisou de paciência para chegar ao destino.

Trânsito intenso também para chegar ao Jardim da Colina, em São Bernardo. Apesar do grande número de veículos dentro e fora do cemitério, o tráfego não estava parado. Mesma situação do Cemitério Municipal de Diadema, cuja entrada, pela Avenida da Saudade, estava congestionada.

 

Homenagens

Apesar de muitos deixarem a visita aos mortos para o Dia de Finados, algumas pessoas que prestaram homenagens ontem vão ao cemitério com frequência. A dona de casa Ivani Sakai, 66 anos, limpava e colocava flores no túmulo do filho Alessandro, morto há 11 anos numa tentativa de assalto.

"Venho no cemitério todo fim de semana. Temos de nos lembrar sempre daqueles que partiram." Para ela, a dor da perda do filho ainda não acabou. "Só uma mãe entende o que passei e ainda estou sentindo. É uma ferida que nunca cicatriza."

No Cemitério Municipal de Diadema, outra "mãe" também reservou o dia para prestar suas homenagens aos filhos. A mãe de santo Cecília Mancília de Jesus, 56, levou velas, flores e bebida para os orixás e para as almas dos mortos.

O cemitério dispõe de espaço especial para os frequentadores de religiões afro-brasileiras, o Ilê. "Essas oferendas são uma forma de agradecer por tudo o que fizeram por nós. Temos muito respeito por Omulu orixá que rege a morte, e este é seu lugar."

Outros visitantes aproveitaram o dia para acender velas e rezar pelos mortos. "Acho muito bonito que haja um dia só para homenagear nossos entes queridos que já se foram. Claro que temos de lembrar sempre deles, mas é preciso ter uma data só para isso", conclui a doméstica Sônia Regina de Freitas, 50.



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Trânsito complica chegada a cemitérios

Angela Martins
Do Diário do Grande ABC

03/11/2011 | 07:00


Os motoristas enfrentaram trânsito congestionado para chegar a alguns dos cemitérios da região, ontem. Pela manhã, o tráfego estava parado três quilômetros antes da entrada do Cemitério Jardim Vale da Paz, no bairro Eldorado, em Diadema. Agentes de trânsito monitoravam a Estrada dos Alvarenga, que dá acesso ao espaço, mas o motorista precisou de paciência para chegar ao destino.

Trânsito intenso também para chegar ao Jardim da Colina, em São Bernardo. Apesar do grande número de veículos dentro e fora do cemitério, o tráfego não estava parado. Mesma situação do Cemitério Municipal de Diadema, cuja entrada, pela Avenida da Saudade, estava congestionada.

 

Homenagens

Apesar de muitos deixarem a visita aos mortos para o Dia de Finados, algumas pessoas que prestaram homenagens ontem vão ao cemitério com frequência. A dona de casa Ivani Sakai, 66 anos, limpava e colocava flores no túmulo do filho Alessandro, morto há 11 anos numa tentativa de assalto.

"Venho no cemitério todo fim de semana. Temos de nos lembrar sempre daqueles que partiram." Para ela, a dor da perda do filho ainda não acabou. "Só uma mãe entende o que passei e ainda estou sentindo. É uma ferida que nunca cicatriza."

No Cemitério Municipal de Diadema, outra "mãe" também reservou o dia para prestar suas homenagens aos filhos. A mãe de santo Cecília Mancília de Jesus, 56, levou velas, flores e bebida para os orixás e para as almas dos mortos.

O cemitério dispõe de espaço especial para os frequentadores de religiões afro-brasileiras, o Ilê. "Essas oferendas são uma forma de agradecer por tudo o que fizeram por nós. Temos muito respeito por Omulu orixá que rege a morte, e este é seu lugar."

Outros visitantes aproveitaram o dia para acender velas e rezar pelos mortos. "Acho muito bonito que haja um dia só para homenagear nossos entes queridos que já se foram. Claro que temos de lembrar sempre deles, mas é preciso ter uma data só para isso", conclui a doméstica Sônia Regina de Freitas, 50.

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