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Família acha lacre plástico em garrafa de vidro de Coca


Vanessa Selicani
Especial para o Diário

11/08/2007 | 07:11


A Coca-Cola era a bebida predileta da família Fernandez, moradora do bairro Jardim, em Santo André. Toda semana, a comerciante Cláudia, 37 anos, comprava engradados com 12 garrafas retornáveis de um litro. Mas tudo mudou há aproximadamente 15 dias, quando a última garrafa do engradado seria consumida.

Naquele dia, as duas filhas e o marido de Cláudia viram, boiando no líquido negro, um papel parecido com um lacre de pote de maionese ou embalagem de mostarda.

“É nojento. A gente fica consumindo o refrigerante retornável e não faz idéia de qual é o processo de limpeza dessas garrafas”, diz Cláudia. Apesar de ter ligado para a empresa relatando o problema, a comerciante não aceitou que a equipe da Coca-Cola levasse o produto.

“Por sorte, ninguém aqui passou mal tomando (o conteúdo) daquelas garrafas, mas não trocarei até que alguém me diga como são lavadas. Se deixaram um papel, poderiam ter deixado algo perigoso para a saúde”, explica a comerciante.

O refrigerante continua lacrado. Claudia quer levar o líquido para um instituto de análises. Agora, afirma que a família bebe apenas Fanta laranja (do mesmo fabricante) e Guaraná Antarctica, em embalagens descartáveis.

A empresa Coca-Cola foi procurada pela reportagem, mas até o fechamento desta edição não se manifestou.



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Família acha lacre plástico em garrafa de vidro de Coca

Vanessa Selicani
Especial para o Diário

11/08/2007 | 07:11


A Coca-Cola era a bebida predileta da família Fernandez, moradora do bairro Jardim, em Santo André. Toda semana, a comerciante Cláudia, 37 anos, comprava engradados com 12 garrafas retornáveis de um litro. Mas tudo mudou há aproximadamente 15 dias, quando a última garrafa do engradado seria consumida.

Naquele dia, as duas filhas e o marido de Cláudia viram, boiando no líquido negro, um papel parecido com um lacre de pote de maionese ou embalagem de mostarda.

“É nojento. A gente fica consumindo o refrigerante retornável e não faz idéia de qual é o processo de limpeza dessas garrafas”, diz Cláudia. Apesar de ter ligado para a empresa relatando o problema, a comerciante não aceitou que a equipe da Coca-Cola levasse o produto.

“Por sorte, ninguém aqui passou mal tomando (o conteúdo) daquelas garrafas, mas não trocarei até que alguém me diga como são lavadas. Se deixaram um papel, poderiam ter deixado algo perigoso para a saúde”, explica a comerciante.

O refrigerante continua lacrado. Claudia quer levar o líquido para um instituto de análises. Agora, afirma que a família bebe apenas Fanta laranja (do mesmo fabricante) e Guaraná Antarctica, em embalagens descartáveis.

A empresa Coca-Cola foi procurada pela reportagem, mas até o fechamento desta edição não se manifestou.

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