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Clarice Falcão: de tudo um pouco

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Marcela Munhoz

15/09/2013 | 07:00


Ela é atriz, comediante, cantora, compositora, produtora e roteirista. Tudo isso aos 24 anos. Clarice Falcão, que ficou mais conhecida do público em geral por participar do canal de humor Porta dos Fundos, do YouTube, adora fazer de tudo um pouco. “Não só dá para fazer tudo ao mesmo tempo como eu sinto que as coisas que aprendo em determinada área, acabo usando em outra. Acho que essas se complementam”, disse em entrevista ao D+. Mas ela já teve dúvidas: “Hoje tenho certeza que gosto de variar”.

Agora, a bola da vez é o lançamento do seu primeiro trabalho musical: Monomania. “Sempre fui apaixonada por música, mas nunca tinha tido a cara de pau de me arriscar nesse meio. Tive, arrisquei e felizmente está dando certo, pelo menos por enquanto.” O CD, que foi lançado só na internet, tem nove faixas, entre elas Monomania, Oitavo Andar, Eu Esqueci de Você, Macaé e Fred Astaire.

Clarice é uma das atrações do Planeta Terra Festival, que acontece em 9 de novembro, das 13h às 20h, no Campo de Marte, em São Paulo, com dez horas de shows, incluindo o de Lana Del Rey, O Terno e BNegão. Ainda há ingressos, que custam R$ 175 ou R$ 350 (www.ticketsforfun.com.br).

PORTA
Em relação às gravações de Porta dos Fundos, Clarice ainda está no projeto. Ela conta que se surpreendeu com a recepção das pessoas, principalmente do público jovem. “Não era esperado, mas é bem-vindo.” Segundo ela, até os bastidores das gravações são engraçados, já que todos os atores do projeto são amigos de longa data. O segredo do sucesso? A atriz-cantora arrisca: “Talvez o maior diferencial do Porta dos Fundos seja o texto. Por mais que o elenco seja incrível, eles nunca confiam que os atores vão ‘salvar’ um texto ruim. O nível de exigência é altíssimo.”

E quando perguntado como ela se vê em dez anos, Clarice mostra mais uma vez que vive como se todo dia fosse o último. “Parei de fazer planos a longo prazo. Sempre que imaginei o futuro não só errei completamente como a vida terminou sendo muito mais criativa do que eu. De vez em quando a gente está tão focado em onde quer chegar que perde ótimas oportunidades só porque elas não fazerem parte desse nosso plano pré-concebido de como as coisas têm de ser.”

Álbum:


Laços (um de seus primeiros trabalhos):


Porta dos Fundos:



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