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PM descarta ligação de ataques e crime organizado

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Fábio Munhoz
Do Diário do Grande ABC

27/06/2012 | 07:00


O comandante da Polícia Militar no Grande ABC, coronel Helson Léver Camilli, descartou que os ataques contra policiais registrados na última semana tenham ligação com o crime organizado. As afirmações foram feitas durante a cerimônia oficial de posse à frente da corporação na região. Até abril, o cargo era ocupado pelo coronel Roberval França, nomeado comandante-geral no Estado.

Nos últimos dias, seis integrantes da corporação foram assassinados. Também houve registro de ataques a bases comunitárias na Grande São Paulo. Em Diadema, um ônibus e um carro foram incendiados próximos a um quartel.

"Não é coincidência, mas não há nada orquestrado pelo crime organizado, como foi em 2006", avalia Camilli. Na época, 280 ataques de uma facção criminosa deixaram 78 feridos e 46 mortos em todo o Estado, entre policiais e agentes penitenciários.

Foi a primeira vez que o coronel falou sobre o assunto após os acontecimentos. Segundo o comandante, a maioria das mortes ocorre quando os policiais estão de folga. Desde o início do ano, 39 foram assassinados. "Temos reforçado para o policial militar em todas as nossas revistas e preleções sobre os cuidados e adoção de postura de polícia mesmo nos horários de folga."

O subcomandante da Polícia no Estado, coronel Hudson Tabajara Camilli, adotou fala mais cautelosa ao afastar a ligação com o crime organizado. "O que a gente pode afirmar é que não existe nada que indique isso", afirma o coronel, que é irmão do comandante do Grande ABC.

Na avaliação de Hudson Camilli, a resposta da polícia foi mais ágil do que em 2006. "Tivemos uma pronta resposta. Garanto que nossas iniciativas já estão surtindo efeito." Segundo o coronel, no último fim de semana, foram colocados 5.500 policiais a mais nas ruas em todo o Estado. "Tivemos mais de 80 flagrantes, 300 motos apreendidas e quatro pessoas presas, sendo que uma é fugitiva do sistema prisional." O comandante-geral não compareceu à passagem de comando.



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PM descarta ligação de ataques e crime organizado

Fábio Munhoz
Do Diário do Grande ABC

27/06/2012 | 07:00


O comandante da Polícia Militar no Grande ABC, coronel Helson Léver Camilli, descartou que os ataques contra policiais registrados na última semana tenham ligação com o crime organizado. As afirmações foram feitas durante a cerimônia oficial de posse à frente da corporação na região. Até abril, o cargo era ocupado pelo coronel Roberval França, nomeado comandante-geral no Estado.

Nos últimos dias, seis integrantes da corporação foram assassinados. Também houve registro de ataques a bases comunitárias na Grande São Paulo. Em Diadema, um ônibus e um carro foram incendiados próximos a um quartel.

"Não é coincidência, mas não há nada orquestrado pelo crime organizado, como foi em 2006", avalia Camilli. Na época, 280 ataques de uma facção criminosa deixaram 78 feridos e 46 mortos em todo o Estado, entre policiais e agentes penitenciários.

Foi a primeira vez que o coronel falou sobre o assunto após os acontecimentos. Segundo o comandante, a maioria das mortes ocorre quando os policiais estão de folga. Desde o início do ano, 39 foram assassinados. "Temos reforçado para o policial militar em todas as nossas revistas e preleções sobre os cuidados e adoção de postura de polícia mesmo nos horários de folga."

O subcomandante da Polícia no Estado, coronel Hudson Tabajara Camilli, adotou fala mais cautelosa ao afastar a ligação com o crime organizado. "O que a gente pode afirmar é que não existe nada que indique isso", afirma o coronel, que é irmão do comandante do Grande ABC.

Na avaliação de Hudson Camilli, a resposta da polícia foi mais ágil do que em 2006. "Tivemos uma pronta resposta. Garanto que nossas iniciativas já estão surtindo efeito." Segundo o coronel, no último fim de semana, foram colocados 5.500 policiais a mais nas ruas em todo o Estado. "Tivemos mais de 80 flagrantes, 300 motos apreendidas e quatro pessoas presas, sendo que uma é fugitiva do sistema prisional." O comandante-geral não compareceu à passagem de comando.

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