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Prodi se congratula com prisão de Cesare Battisti no Brasil


Da AFP

18/03/2007 | 14:16


O chefe do governo italiano, Romano Prodi, saudou neste domingo a operação que permitiu a detenção no Rio de Janeiro de Cesare Battisti, ex-ativista italiano de extrema-esquerda reclamado pela justiça de seu país.

Em comunicado, Prodi expressou "felicitações às forças da ordem italianas que, em cooperação com as do Brasil e França, permitiram que o ativista fugitivo fosse entregue à justiça".

O ministro italiano da Justiça, Clemente Mastella, já havia saudado antes "a brilhante operação".

Clemente Mastella manifestou a esperança "de que os procedimentos de extradição possam conduzir rapidamente ao retorno à Itália de Battisti, condenado definitivamente por quatro homicídios e outros crimes graves."

Pietro Forno, adjunto do procurador geral de Turim e um dos juízes que condenaram Battisti, também expressou satisfação, considerando que o ex-ativista era tão perigoso hoje quanto na época em que havia sido condenado por homicídio pela Justiça italiana.

"Acho que nada pode nos fazer pensar que tenha mudado em termos de periculosidade", afirmou o juiz à agência Ansa.

Forno lembrou que foi alvo "de ataques ferozes" nos anos 80 por ter condenado Cesare Battisti e classificou de "permissividade" a postura das autoridades francesas, "que durante muito tempo consideraram que pessoas como Cesare Battisti eram vítimas de julgamentos sem provas e perseguições políticas".

Cesare Battisti, que foi um dos chefes da organização de extrema-esquerda dos "Proletários Armados pelo Comunismo" (PAC), foi julgado definitivamente em 1993 pela Justiça italiana, à revelia, após um processo contraditório, sendo condenado à prisão perpétua pela participação em quatro assassinatos entre 1978 e 1979.



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Prodi se congratula com prisão de Cesare Battisti no Brasil

Da AFP

18/03/2007 | 14:16


O chefe do governo italiano, Romano Prodi, saudou neste domingo a operação que permitiu a detenção no Rio de Janeiro de Cesare Battisti, ex-ativista italiano de extrema-esquerda reclamado pela justiça de seu país.

Em comunicado, Prodi expressou "felicitações às forças da ordem italianas que, em cooperação com as do Brasil e França, permitiram que o ativista fugitivo fosse entregue à justiça".

O ministro italiano da Justiça, Clemente Mastella, já havia saudado antes "a brilhante operação".

Clemente Mastella manifestou a esperança "de que os procedimentos de extradição possam conduzir rapidamente ao retorno à Itália de Battisti, condenado definitivamente por quatro homicídios e outros crimes graves."

Pietro Forno, adjunto do procurador geral de Turim e um dos juízes que condenaram Battisti, também expressou satisfação, considerando que o ex-ativista era tão perigoso hoje quanto na época em que havia sido condenado por homicídio pela Justiça italiana.

"Acho que nada pode nos fazer pensar que tenha mudado em termos de periculosidade", afirmou o juiz à agência Ansa.

Forno lembrou que foi alvo "de ataques ferozes" nos anos 80 por ter condenado Cesare Battisti e classificou de "permissividade" a postura das autoridades francesas, "que durante muito tempo consideraram que pessoas como Cesare Battisti eram vítimas de julgamentos sem provas e perseguições políticas".

Cesare Battisti, que foi um dos chefes da organização de extrema-esquerda dos "Proletários Armados pelo Comunismo" (PAC), foi julgado definitivamente em 1993 pela Justiça italiana, à revelia, após um processo contraditório, sendo condenado à prisão perpétua pela participação em quatro assassinatos entre 1978 e 1979.

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