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Após a negociação para venda de um notebook, Luis Claudio Protásio teve seu documento como GCM (Guarda Civil Municipal) em Diadema vazado e usado em fraudes on-line desde junho. A partir do aumento das vítimas, em vídeo nas redes sociais, o agente busca visibilidade para que menos usuários caiam no golpe que apropriou sua imagem.
O caso foi registrado no 4° Distrito Policial da cidade. Segundo o GCM, tudo começou quando publicou o anúncio do equipamento da prima em um grupo de policiais no marketplace do Facebook. Foi assim que um homem interessado, identificado como Lucas, solicitou a troca de foto dos documentos oficiais "para aumentar a segurança" do negócio.
"Enquanto ele me mandou (documento) em formato de visualização única, passei o meu sem esta proteção. A coisa ficou suspeita quando ele mandou um motoboy para vir pegar o notebook, mas não tinha feito o pagamento do valor acordado", relata o diademense, que se recusou a entregar o produto na ocasião.
Segundo Luis, o falsário afirmou que só pagaria se recebesse o item primeiro. A conversa foi descontinuada, mas dias depois ligações de novas vítimas do golpe na Grande São Paulo e Baixada Santista passaram a surgir. "E agora ele está usando minha credencial para passar credibilidade na fraude. Já divulguei em diversas páginas do Instagram, como uma das únicas formas de impedir que mais caiam", lamenta.
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