Ofício cobrando serviço é protocolado por Ana Veterinária em SP
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Santo André cobra do Estado a instalação de Centro de Medula Óssea destinado a atender pessoas que queiram se cadastrar no banco nacional de doadores do tecido. Ofício solicitando a implantação do serviço na cidade foi protocolado pela vereadora Ana Veterinária (PSD) na Casa Civil do governo paulista. Atualmente, moradores da região precisam se dirigir à Capital para realizar o registro.
“A distância e a dificuldade de locomoção fazem com que um possível doador desista e diminua o cadastro e a chance de um paciente encontrar um doador”, argumentou Ana Veterinária, que ontem à noite realizou prestação de contas a cerca de 400 pessoas no Clube Atlético Aramaçan, na Vila Silveira.
A vereadora alegou que o governo paulista poderia liberar sala do Hospital Estadual Mário Covas para a instalação do Centro de Medula Óssea em Santo André, o que aumentaria o cadastro de doadores, pois poderia atender a todos os moradores do Grande ABC. “Estamos falando de população estimada em quase 3 milhões de pessoas.”
De acordo com o Inca (Instituto Nacional de Câncer), a chance de achar doador compatível de medula óssea é 1 em cada 100 mil. “Por isso, quanto mais pessoas se cadastrarem como doadores, mais haverá esperança para quem precisa de transplante do tecido, lembrando que o procedimento é recomendado para mais de 200 tipos de doença, não apenas para leucemia”, ilustrou Ana Veterinária.
Bancos de potenciais doadores de medula óssea têm se popularizado no Brasil. Candidatos são registrados no Redome (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea), que aglutina informações pessoais e genéticas e é consultada toda vez que algum paciente precisa de transplante. Identificada a compatibilidade, o doador é convocado para concluir o processo.
No mesmo encontro com Ricardo Molina, assessor de Gabinete da Casa Civil, dia 15, Ana Veterinária solicitou audiência com o secretário de Estado da Segurança Pública, Guilherme Derrite, para defender a ampliação do horário de atendimento da Delegacia da Mulher de Santo André, atualmente restrito a dias úteis, das 9h às 18h. “Contudo, é sabido, e as estatísticas comprovam, que a maioria dos casos de violência contra a mulher e feminicídios acontece no período noturno e aos fins de semana, quando a unidade está de portas fechadas”, pontuou.
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