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Cafu é cortado da Seleção; Alessandro é convocado


Do Diário OnLine

10/11/2001 | 14:30


A falta de organização da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) causou o corte do lateral Cafu da Seleção Brasileira. Com dois cartões amarelos, o jogador não pode enfrentar a Venezuela no jogo decisivo do último dia 14, em São Luís, no Maranhão. Para substituí-lo, foi convocado Alessandro, do Atlético-PR.

O corte aconteceu porque nos arquivos da CBF não constava o cartão que o lateral tomou contra o Peru, em partida válida pelo primeiro turno das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2002. Com o segundo cartão, tomado em La Paz, na partida contra a Bolívia, na última quarta-feira, Cafu perdeu a condição legal de jogo. A CBF só descobriu o fato nesta sexta-feira, após ser alertada pela imprensa.

Para confirmar o cartão recebido na partida contra o Peru, a CBF fez uma consulta formal à Fifa, pedindo a listagem dos atletas que receberam cartões amarelos. Mas o órgão esqueceu que, devido ao final de semana, a resposta demoraria a chegar. Com isso, como precaução, o jogador foi desligado do time na manhã deste sábado.

Cafu ficou indignado com a situação. Como está impedido de dar entrevistas após o treino da manhã, assim como os outros jogadores, Cafu fez um único comentário: “É inacreditável”.

Em entrevista coletiva na Granaja Comary, o administrador Mauro Felix disse transferiu a responsabilidade do caso para a Fifa. Segundo ele, a CBF recebeu um fax da Fifa onde não constava o cartão amarelo de Cafu. Perguntado sobre o documento, ele se negou a mostrá-lo, argumentando que o fax é reservado às seleções.

O corte de Cafu causou novo mal-estar na Seleção. Com isso, fica cada vez mais claro que haverá mudanças após o jogo contra a Venezuela, já que a cúpula da CBF e os patrocinadores estão insatisfeitos com o trabalho não só de Luiz Felipe Scolari como também do coordenador-técnico Antonio Lopes e ao administrador Mauro Felix.



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Cafu é cortado da Seleção; Alessandro é convocado

Do Diário OnLine

10/11/2001 | 14:30


A falta de organização da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) causou o corte do lateral Cafu da Seleção Brasileira. Com dois cartões amarelos, o jogador não pode enfrentar a Venezuela no jogo decisivo do último dia 14, em São Luís, no Maranhão. Para substituí-lo, foi convocado Alessandro, do Atlético-PR.

O corte aconteceu porque nos arquivos da CBF não constava o cartão que o lateral tomou contra o Peru, em partida válida pelo primeiro turno das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2002. Com o segundo cartão, tomado em La Paz, na partida contra a Bolívia, na última quarta-feira, Cafu perdeu a condição legal de jogo. A CBF só descobriu o fato nesta sexta-feira, após ser alertada pela imprensa.

Para confirmar o cartão recebido na partida contra o Peru, a CBF fez uma consulta formal à Fifa, pedindo a listagem dos atletas que receberam cartões amarelos. Mas o órgão esqueceu que, devido ao final de semana, a resposta demoraria a chegar. Com isso, como precaução, o jogador foi desligado do time na manhã deste sábado.

Cafu ficou indignado com a situação. Como está impedido de dar entrevistas após o treino da manhã, assim como os outros jogadores, Cafu fez um único comentário: “É inacreditável”.

Em entrevista coletiva na Granaja Comary, o administrador Mauro Felix disse transferiu a responsabilidade do caso para a Fifa. Segundo ele, a CBF recebeu um fax da Fifa onde não constava o cartão amarelo de Cafu. Perguntado sobre o documento, ele se negou a mostrá-lo, argumentando que o fax é reservado às seleções.

O corte de Cafu causou novo mal-estar na Seleção. Com isso, fica cada vez mais claro que haverá mudanças após o jogo contra a Venezuela, já que a cúpula da CBF e os patrocinadores estão insatisfeitos com o trabalho não só de Luiz Felipe Scolari como também do coordenador-técnico Antonio Lopes e ao administrador Mauro Felix.

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