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Moradores prestigiam retomada da Quermesse do Poli, em S.Bernardo

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Festa volta à agenda de eventos após dois anos suspensa pela pandemia


Joyce Cunha
Da Redação

15/05/2022 | 00:01


Teve início ontem a tradicional Quermesse do Poli, promovida pela Paróquia Santíssima Virgem, em São Bernardo. A festa, que ficou dois anos suspensa pela pandemia do coronavírus, foi retomada apostando no formato conhecido pelo público em edições anteriores. Até 3 de julho, aos sábados e domingos, moradores poderão curtir atrações gastronômicas e brincadeiras. O evento acontece das 18h às 23h, em área atrás do Ginásio Poliesportivo, na Rua do Túnel, s/n. 

“O mundo que nós conhecemos antes da pandemia não existe mais. A quermesse é sempre um tempo de irmãos se reunirem para festejar com tranquilidade, sem brigas, com pessoas, inclusive, de outras religiões. Estamos retomando a festa com o formato tradicional e vamos conseguir, novamente, dizer ‘que bom que você veio, que bom que está aqui’”, celebrou o padre Romeu Leite Izidoro, pároco da Santíssima Virgem.

São destaques da quermesse as barracas com itens da gastronomia típica do período de inverno: quentão, vinho quente, chá de amendoim, milho verde, churrasco, batata frita, lanches, entre outros, e doces tradicionais, como o morango com chocolate no palito. Na primeira noite, os visitantes formaram fila para garantir um dos carros-chefes do evento, a fogazza, receita tradicional da região Sul da Itália. No total são 14 barracas. 

Reinaldo Messias, um dos coordenadores da quermesse, está entre os integrantes da comunidade da igreja que trabalharão, voluntariamente, nos oito fins de semana do festejo. “É um frio na barriga retomar a quermesse. Temos expectativa muito boa. Em todas as barracas, o sentimento é de felicidade. Essa é uma festa de união”, avaliou.

Aos 77 anos, Ivani Vicente Sakai quebrou o jejum e, depois de longo período sem participar de atividades fora de casa em razão da pandemia, prestigiou a Quermesse do Poli na companhia de sua família. “Foram quase dois anos que a gente não saia para lado nenhum. Estamos voltando agora, mas tomando cuidado. A igreja é importante para a vida de quem é católico. A gente precisa de fé”. 

Na barraca do espetinho, o voluntariado é vocação de família. José Márcio Alves, 54, trabalha na Quermesse do Poli desde 2000, ano da primeira edição do evento fora do espaço da paróquia. De lá para cá, participa de todas as edições com a mulher, Sônia, e os filhos. “Temos muita gratidão a Deus por tudo o que nos concedeu. Então fazemos essa doação. Por isso todo o nosso empenho”.

Além de variedade na praça de alimentação, o evento conta com área reservada para brinquedos e brincadeiras. O público pode participar, ainda, de bingo promovido pela paróquia. O recurso arrecadado com a venda dos produtos será destinado a melhorias internas da igreja e projetos sociais, a exemplo da distribuição de sopa e de alimentos a moradores em situação de vulnerabilidade. 



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