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Grande ABC registra mais linhas de celular do que moradores

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Números da Anatel mostram que região tem 1,3 aparelho ativo para cada um dos 2,8 milhões de habitantes


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

24/10/2021 | 00:59


O Grande ABC tem mais linhas de celular do que habitantes. Isso é o que mostra levantamento realizado pelo Diário junto à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). No total, são 3,3 milhões de linhas de telefonia móvel contra 2,8 milhões de moradores. Os números são os últimos disponíveis pela agência, de julho de 2021.

A tendência é que o número de aparelhos de celular continue crescendo nos próximos anos. Em 2019, quando a Anatel passou a elaborar série histórica de número de linhas ativas de telefonia móvel no Brasil, eram 3,1 milhões de unidades nas sete cidades, ou seja, o crescimento, em dois anos, foi de 6,45%.

Os números mostram que, atualmente, o Grande ABC tem 1,3 linha móvel para cada habitante. Quem contribui para essa estatística de manter mais de um aparelho celular é o autônomo Vinícius Krywko, 32 anos, que tem três aparelhos para poder “organizar melhor a vida”, como alegou. Hoje, Krywko mantém um chip para chamadas pessoais, de amigos e parentes, enquanto os outros dois são utilizados apenas para assuntos profissionais.

“A minha terceira linha é de uma outra empresa que ainda estou pensando em abrir. Ainda não passei para muita gente. Mas é engraçado como funciona essa situação de comunicação. E estou vendo que muita gente tem dois ou três números, acho que é a tendência”, declarou Krywko. “Mas confesso que é difícil dar conta de tudo”, afirmou o autônomo.

Se por um lado existe aumento na quantidade de linhas de telefonia móvel, e que com a iminente chegada da tecnologia do 5G poderá se ampliar ainda mais, a telefonia fixa mostra que está fadada a desaparecer em um futuro próximo. Isso porque em julho de 2019, a quantidade de telefones fixos nas residências do Grande ABC era de 861.800. Já em julho de 2021 o número de aparelhos é de apenas 649.200, o que representa queda de 24,7% em período de apenas dois anos.

A professora Aretha Gasparini, 28, também se viu obrigada a ter que adquirir um novo número para separar a vida profissional das convivências particulares. Foi durante a pandemia que a docente percebeu que isso poderia ser um problema, já que muitos de seus alunos a chamavam pelo telefone para tratar de assuntos debatidos nas aulas.

“Estava ficando maluca com mensagens de trabalho fora do horário. Cobranças infinitas que eu achava que tinha que dar conta o tempo todo. Então, resolvi estabelecer esse limite, ativando outro aparelho, que fica ligado apenas no meu horário de trabalho e, depois disso, eu desligo”, explicou Aretha.



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