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Chácara Baronesa é a 17ª comunidade a
receber as trocas do programa Moeda Verde

Divulgação/PMSA Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Iniciativa andreense troca resíduos recicláveis por alimento em locais carentes


Do Dgabc.com.br

28/07/2021 | 18:49


Moradores da comunidade Chácara Baronesa, no Jardim Las Vegas, em Santo André, começaram a participar das trocas do Moeda Verde nesta quarta-feira (28). No local, a estimativa do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) é beneficiar 900 famílias que vivem em situação de vulnerabilidade.

“Mais uma comunidade atendida, um projeto que vem para ajudar a todos os envolvidos, pensando sempre na saúde alimentar dos participantes, com uma variedade grande de alimentos que são oferecidos pelo Banco de Alimentos e também cuidando da nossa cidade, juntos somos mais fortes”, afirma a primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Ana Carolina Barreto Serra.

O núcleo é o 17º a ser beneficiado pelo programa que, a cada cinco quilos de resíduos recicláveis descartados pela população, entrega um quilo de alimento hortifrúti. A iniciativa de Santo André, realizada pelo Fundo Social de Solidariedade, por meio do Banco de Alimentos, e pelo Semasa, foi criada em 2017 e serviu de inspiração para outras cidades, sendo destaque também na mídia internacional.

“O Moeda Verde é um programa que nos enche de orgulho, permite deixar as comunidades mais limpas e trazer mais dignidade para os moradores da nossa cidade. Uma ação importante que integra o Plano de Metas da Administração e que estará presente em 30 núcleos até 2024”, comenta o superintendente do Semasa, Gilvan Junior.

Na estreia no novo local, a população trocou os resíduos por beterraba, milho, maçã, laranja e verduras fresquinhas. Até junho deste ano, em todos os núcleos participantes, já foram recebidas 437,35 toneladas de resíduos secos e, em troca, doadas 87 toneladas de legumes, frutas e verduras.

O líder comunitário David Marinho, de 32 anos, participou da primeira troca nesta quarta. “Muitas vezes a gente pensa que o reciclável é lixo, por isso acabamos jogando os materiais no lixo convencional. Neste momento de pandemia, em que nós estamos sofrendo, poder trocar algo que a gente ia jogar por alimento é muito importante. Os alimentos são frescos e isso contribui com a saúde da nossa população”, ressalta.

Atualmente, a iniciativa está presente nos núcleos: Ciganos, Capuava (o campeão das trocas), Ciprestes, Eucaliptos, Vista Alegre (Morro da Kibon), Santa Cristina, Jardim Cristiane, Sítio dos Vianas, Cruzado, Pintassilgo, Tamarutaca, Sorocaba, Espírito Santo, Missionários, Sacadura Cabral e Lamartine, sendo estes dois últimos com lançamentos em julho de 2021.

Em agosto, as trocas serão iniciadas no núcleo Maurício de Medeiros e, até o final do ano, outras três comunidades também vão receber as ações. O Moeda Verde faz parte das premissas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas e integra o compromisso municipal pelas Cidades Sustentáveis.

   

Fotos: Divulgação/PMSA


 



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