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Bolsas da Europa fecham em baixa com ajuste e cautela com pandemia



23/04/2021 | 14:09


As bolsas da Europa fecharam em baixa nesta sexta-feira, 23, apesar da divulgação de indicadores que mostraram uma retomada da atividade econômica na região. Os índices acionários do Velho Continente se ajustaram às perdas de Wall Street na quinta-feira, quando as bolsas de Nova York reagiram à notícia de que o presidente norte-americano, Joe Biden, irá propor um aumento do imposto sobre ganhos de capital. Além disso, os investidores se mantiveram atentos a balanços de empresas e cautelosos com a piora da pandemia de covid-19 em alguns países.

O índice pan-europeu Stoxx recuou 0,13% nesta sexta, a 439,04 pontos, e acumulou perda semanal de 0,78%.

Quando as bolsas de NY subitamente se firmaram em queda na quinta, com a informação sobre o aumento do imposto a ganhos de capital da parcela mais rica da população dos EUA, o mercado europeu já estava fechado. Portanto, o ajuste ocorreu nesta sexta. Já os índices acionários americanos se recuperaram.

"Os mercados europeus estão modestamente em baixa no pregão do meio-dia, em meio a uma série de balanços mistos", escreveram analistas da corretora americana LPL Financial, em um relatório enviado a clientes.

Esse movimento de queda no mercado de ações europeu ocorreu nesta sexta-feira apesar de indicadores que mostraram resiliência econômica, em meio à recuperação da crise gerada pela pandemia de covid-19. O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro, que engloba os setores industrial e de serviços, subiu de 53,2 em março para 53,7 em abril, atingindo o maior nível em nove meses.

No Reino Unido, os PMIs avançaram mais do que o esperado neste mês. Na Alemanha, os PMIs recuaram, mas o industrial veio acima do previsto para o período. Além disso, as vendas no varejo britânico subiram 5,4% em março ante fevereiro, o que também surpreendeu analistas.

A Agência de Medicamentos Europeia (EMA, na sigla em inglês), por sua vez, afirmou nesta sexta-feira que os benefícios da vacina contra covid-19 da AstraZeneca superam os riscos em adultos de todas as faixas de idade.

Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 fechou estável, em 6.938,56 pontos, na máxima do dia. Na comparação semanal, houve perda de 1,15%.

Em Frankfurt, o índice DAX caiu 0,27%, a 15.279,62 pontos, com queda de 1,17% na semana. As ações da Bayer recuaram 2,17% e as da Volkswagen, 0,61%.

O índice CAC 40, da Bolsa de Paris, recuou 0,15%, a 6.257,94 pontos, acumulando baixa de 0,46 na comparação semanal. Os papéis da Airbus caíram 1,25% e os da Renault, 1,03%.

Em Milão, o FTSE MIB registrou perda de 0,05%, a 24.386,09 pontos, com queda de 1,45 em relação à sexta-feira passada.

Em Madri, o índice IBEX 35 fechou em baixa de 0,44%, em 8.618,60 pontos, mas subiu 0,06% na semana.

Na Bolsa de Lisboa, o índice PSI 20 cedeu 0,21%, a 5.000,29 pontos, com perda semanal de 0,32%.

No noticiário português, a Comissão Europeia aprovou uma medida que libera 462 milhões de euros para a Transportes Aéreos Portugueses (TAP). O objetivo é indenizar a companhia aérea pelos danos sofridos com a pandemia de covid-19 .



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Bolsas da Europa fecham em baixa com ajuste e cautela com pandemia


23/04/2021 | 14:09


As bolsas da Europa fecharam em baixa nesta sexta-feira, 23, apesar da divulgação de indicadores que mostraram uma retomada da atividade econômica na região. Os índices acionários do Velho Continente se ajustaram às perdas de Wall Street na quinta-feira, quando as bolsas de Nova York reagiram à notícia de que o presidente norte-americano, Joe Biden, irá propor um aumento do imposto sobre ganhos de capital. Além disso, os investidores se mantiveram atentos a balanços de empresas e cautelosos com a piora da pandemia de covid-19 em alguns países.

O índice pan-europeu Stoxx recuou 0,13% nesta sexta, a 439,04 pontos, e acumulou perda semanal de 0,78%.

Quando as bolsas de NY subitamente se firmaram em queda na quinta, com a informação sobre o aumento do imposto a ganhos de capital da parcela mais rica da população dos EUA, o mercado europeu já estava fechado. Portanto, o ajuste ocorreu nesta sexta. Já os índices acionários americanos se recuperaram.

"Os mercados europeus estão modestamente em baixa no pregão do meio-dia, em meio a uma série de balanços mistos", escreveram analistas da corretora americana LPL Financial, em um relatório enviado a clientes.

Esse movimento de queda no mercado de ações europeu ocorreu nesta sexta-feira apesar de indicadores que mostraram resiliência econômica, em meio à recuperação da crise gerada pela pandemia de covid-19. O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro, que engloba os setores industrial e de serviços, subiu de 53,2 em março para 53,7 em abril, atingindo o maior nível em nove meses.

No Reino Unido, os PMIs avançaram mais do que o esperado neste mês. Na Alemanha, os PMIs recuaram, mas o industrial veio acima do previsto para o período. Além disso, as vendas no varejo britânico subiram 5,4% em março ante fevereiro, o que também surpreendeu analistas.

A Agência de Medicamentos Europeia (EMA, na sigla em inglês), por sua vez, afirmou nesta sexta-feira que os benefícios da vacina contra covid-19 da AstraZeneca superam os riscos em adultos de todas as faixas de idade.

Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 fechou estável, em 6.938,56 pontos, na máxima do dia. Na comparação semanal, houve perda de 1,15%.

Em Frankfurt, o índice DAX caiu 0,27%, a 15.279,62 pontos, com queda de 1,17% na semana. As ações da Bayer recuaram 2,17% e as da Volkswagen, 0,61%.

O índice CAC 40, da Bolsa de Paris, recuou 0,15%, a 6.257,94 pontos, acumulando baixa de 0,46 na comparação semanal. Os papéis da Airbus caíram 1,25% e os da Renault, 1,03%.

Em Milão, o FTSE MIB registrou perda de 0,05%, a 24.386,09 pontos, com queda de 1,45 em relação à sexta-feira passada.

Em Madri, o índice IBEX 35 fechou em baixa de 0,44%, em 8.618,60 pontos, mas subiu 0,06% na semana.

Na Bolsa de Lisboa, o índice PSI 20 cedeu 0,21%, a 5.000,29 pontos, com perda semanal de 0,32%.

No noticiário português, a Comissão Europeia aprovou uma medida que libera 462 milhões de euros para a Transportes Aéreos Portugueses (TAP). O objetivo é indenizar a companhia aérea pelos danos sofridos com a pandemia de covid-19 .

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